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Notícias e Comunicados

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

No sábado dia 12 de dezembro pelas 20h no restaurante Solar dos Bicos (ao lado da Casa dos Bicos) em Lisboa, vai realizar-se um jantar de abertura da comemoração dos 40 anos da UMAR.O preço por pessoa é de 15 euros (preço ...

nao assedio
16 Dias de ativismo
logo16DiasNo âmbito da campanha internacional 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, este ano, o Núcleo de Lisboa e Vale do Tejo da UMAR planeou organizar e publicar textos sobre as diversas formas de violência contra as mulheres, seguindo a Convenção de Istambul, nomeadamente, violência doméstica, violência física, perseguição, violação e coação sexual, casamento forçado, mutilação genital feminina, aborto forçado e esterilização forçada, assédio sexual e moral, crimes de honra, violência económica, violência simbólica, tráfico e femicídio..
Iniciada em 1991, por mulheres de diferentes países, reunidas pelo Centro de Liderança Global de Mulheres (Center for Women's Global Leadership - CWGL), esta campanha anual visa sensibilizar a comunidade internacional e denunciar as várias formas de violência contra as mulheres no mundo. Tem início a 25 de novembro, Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres, e encerra a 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos, e tem o intuito de estabelecer um elo simbólico entre violência contra as mulheres e direitos humanos.
Durante esse período, organizações da sociedade civil e governos de todo o mundo desenvolvem ações de sensibilização para o fim da violência de género.
Todos os artigos que se seguem foram escritos em resposta ao convite dirigido pela UMAR às autoras. E todos constituem análises preciosas desse fenómeno da violência de Género.
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RELATÓRIO DO OBSERVATÓRIO DAS MULHERES ASSASSINADAS (OMA) 2015
Assinala-se a 25 de Novembro o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres.A UMAR divulga os dados do seu Observatório de Mulheres Assassinadas (OMA) relativos ao período entre 1 de Janeiro de 2015 e 20 de Novembro. Fazendo uma leitura transversal dos dados registados pelo Observatório de Mulheres Assassinadas até 20 de Novembro de 2015, podemos concluir, em síntese, o seguinte:
Os registos do OMA identificam no período de 11 (onze) anos um total de 426 femicídios e de 497 tentativas de femicídio. Das 426 mulheres assassinadas nestes 11 anos de OMA, 359 foram-no no âmbito das relações de intimidade presentes ou passadas (84,3%).
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À Porta da História - Carolina Beatriz Ângelo
À Porta da História, uma magazine documental biográfica sobre personalidades portuguesas nascidas no séc. XIX que deixaram uma marca indelével na história e na cultura do país, está em exibição na RTP Internacional desde o dia 1 de novembro.

Combinando a biografia, o documentário e a informação, a nova magazine produzida pela Ukbar Filmes para a RTP Internacional traça em cada episódio as grandes linhas que compuseram a personalidade e os feitos de portugueses com percursos inesperados e cheios de curiosas facetas que, por vários acasos do destino, foram deslizando para uma zona obscura da memória nacional.

O programa dedicado a Carolina Beatriz Ângelo, com a participação de Maria José Magalhães, será transmitido este domingo pelas 21h30 na RTP Internacional, e é com imenso gosto que enviamos em primeira mão o vídeo promocional de episódio, disponível para download no link: http://we.tl/J17En2aokm
 
28 de Setembro - Dia Global de Ação Pelo Acesso ao Aborto Legal e Seguro

Não culpadas!


mjm naoculpadaMarrocos: 2 anos de prisão. Malta: 3 anos de prisão. Brasil: 4 anos de prisão. Chile: 5 anos de prisão. República Democrática do Congo e Indonésia: 10 anos de prisão. Irlanda: 14 anos de prisão. El Salvador: 40 anos de prisão.

Que crime merece penas tão duras? Qual é o crime, que naqueles países, pode levar uma mulher à prisão?: Abortar.

A estes países, somam-se aqueles que restringem o direito a interromper voluntariamente uma gravidez: pela necessidade de autorização por parte de terceiros, de autorização parental para menores, da aceitação do aborto unicamente em caso de violação, de risco para a vida da "mãe" ou de malformação do feto, taxas proibitivas e outras medidas desencorajadoras. Exemplos recentes: Espanha onde se restringiu o acesso ao aborto para todas as mulheres menores de idade; Portugal que aprovou uma lei que taxa a interrupção voluntária da gravidez e que submete as mulheres que desejam abortar a consultas prévias humilhantes.
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O voto foi uma das mais duras conquistas das mulheres ao longo da história
A atual maioria de direita PSD/CDS lesou os nossos direitos como mulheres.
Impôs a austeridade nas nossas vidas: desemprego, precariedade, cortes nos serviços sociais, na saúde, na educação.
Levou a que as e os nossos filhos fugissem do país, por falta de emprego, por falta de futuro.

Dizem-nos que já temos muito que fazer: cuidar das crianças, das pessoas idosas, fazer contas para gerir a casa. Estas foram declarações recentes do vice-primeiro ministro Paulo Portas!
Mas esse foi o destino que sempre nos quiseram reservar e contra o qual nos rebelámos, porque quisemos estudar, ter um emprego e a nossa independência económica.
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Petição coletiva ao Provedor de Justiça para defesa de Direitos Fundamentais nos casos de interrupção voluntária da gravidez
COMUNICADO À IMPRENSA
16 de setembro de 2015

28 organizações da sociedade civil entregam Petição coletiva ao Provedor de Justiça para defesa de Direitos Fundamentais e do interesse geral sobre a não conformação com a Constituição das Leis n.ºs 136 e 134/2015, de 7 de setembro, que vêm alterar a Lei n.º 16/2007, de 17 de abril, sobre a exclusão da ilicitude nos casos de interrupção voluntária da gravidez .

Face à recente publicação das Leis nºs 136 e 134/2015, de 7 de Setembro, respetivamente sobre "Primeira alteração à Lei nº 16/2007, de 17 de abril, sobre exclusão da ilicitude nos casos de interrupção voluntária da gravidez – proteção da maternidade e da paternidade" e sobre "Sexta alteração ao Decreto-Lei nº 113/2011, de 29 de novembro, prevendo o pagamento de taxas moderadoras na interrupção de gravidez quando for realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas de gravidez", e dada a relevância da matéria e importância da sua resolução urgente, 28 organizações da sociedade civil* entregaram ao Provedor de justiça, esta manhã, uma PETIÇÃO COLECTIVA PARA DEFESA DE DIREITOS FUNDAMENTAIS E DO INTERESSE GERAL SOBRE O QUE ENTENDEM SER A NÃO CONFORMAÇÃO COM A CONSTITUIÇÃO DAS LEIS MENCIONADAS.

Esta é uma iniciativa que vem no seguimento do compromisso assumido publicamente, a 22 de julho de 2015, pelas várias organizações1 no sentido de urgentemente remover da legislação os obstáculos e ilegalidades que estas novas leis aportam. As leis acima referidas, tal como já foi defendido e fundamentado durante o processo legislativo por diversas organizações signatárias da Petição2, põem em causa, designadamente:
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OMA - 2014
A União de Mulheres Alternativa e Resposta - UMAR, por meio do trabalho que desenvolve no Observatório de Mulheres Assassinadas - OMA apresenta o relatório final dos dados sobre femicídio e tentativas de femicídio ocorridas em Portugal, e noticiadas na imprensa pelo período de 01 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2014.

pdfOMA 2014 - Relatório 10 Dezembro 2014
 
Encontros culturais na intervenção contra a violência (CEINAV)

CEINAV – "Cultural encounters in intervention against violence"

ceinav 2014

O projeto CEINAV assenta numa abordagem dual relativa aos encontros culturais no que se refere às questões da ética, justiça e cidadania, através da incidência na proteção dos direitos fundamentais das mulheres e das crianças. Serão exploradas as interseções (e por vezes, tensões) entre culturas nacionais legais e institucionais, padrões europeus comuns e a diversidade crescente nos países da Europa, onde fronteiras simbólicas de pertença cultural em constante construção também define realidades de exclusão social e inclusão. Nas atuais controvérsias em torno do multiculturalismo e das políticas de reconhecimento, as relações de género e de geração, no interior de cada grupo social, necessitam de maior atenção: são cruciais para perceber o equilíbrio entre, por um lado, a autonomia e empoderamento dos indivíduos, por outro, o dever de proteção por parte do estado, e, ainda, o respeito pelos diversos conceitos de família e comunidade.

Links:
http://heranet.info/ceinav/
http://ceinav-jrp.blogspot.de/
http://www.fpce.up.pt/love_fear_power/ceinav/ceinav.html
http://www.fpce.up.pt/love_fear_power/ceinav/ceinav_eng.html
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AGENDA FEMINISTA 2015 da UMAR
capa agenda 2015AGENDA FEMINISTA 2015 da UMAR, uma óptima opção para entrar no ano novo, registar os novos compromissos, não esquecer e celebrar datas simbólicas, descobrir mulheres inspiradoras, oferecer, presentear... são muitas as razões para descobrir a 6ª Agenda Feminista da UMAR realizada no âmbito do Projecto Memória e Feminismos, dedicada a mulheres de Coimbra e do distrito de Setúbal que se destacaram pelo seu percurso de vida em prol da dignidade e dos direitos das mulheres.

A AGENDA FEMINISTA 2015 é uma edição tamanho de bolso, com elástico - dimensões 15 x 11cms.

Pode ser requisitada em troca de donativo (3€ associadas, 4€ não associadas) no Centro de Cultura e Intervenção Feminista CCIF/UMAR em qualquer delegação da UMAR ou para o e-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
 
Assinalou-se pela primeira vez a 30 de Julho de 2014 o Dia Internacional contra o Tráfico de Seres Humanos
30julho-diainttsh
 
Newsletter Quebrar Barreiras - Janeiro - Junho 2014
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