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Notícias e Comunicados

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

No sábado dia 12 de dezembro pelas 20h no restaurante Solar dos Bicos (ao lado da Casa dos Bicos) em Lisboa, vai realizar-se um jantar de abertura da comemoração dos 40 anos da UMAR.O preço por pessoa é de 15 euros (preço ...

nao assedio
Central Parque - RTP com a presença de Manuela Tavares
manuela tavares central parque

www.rtp.pt/play/p2092/central-parque
 
EM HOMENAGEM A LURDES DOMINGUES, A NOSSA LURDINHAS…
lurdes dominguesQueridas amigas e associadas,
A nossa querida amiga, associada e dirigente da UMAR, Lurdes Domingues, faleceu esta manhã.
A partir das 17h00 estará na capela Mortuária do Foco, Porto, onde se encontra em câmara ardente, as cerimónias no Porto serão amanhã às 9h30 e seguirá depois para Paredes de Coura onde será sepultada junto dos pais.
Deixamos esta nota de homenagem em sua memória.

Sindicalista, feminista, ativista política, lembramos Lurdes Domingues na sua camaradagem, na sua alegria e força de viver.
Ativista da UMAR de há longa data, deixa saudades em todas nós pela sua persistência, pela sua profunda consciência de classe e de género, pela sua abertura às novas questões que a política feminista nos coloca.
Atualmente, tinha concretizado um sonho acalentado durante longos anos: continuar os estudos para obter um diploma do ensino superior. Não conseguiu concretizar esse sonho. Como lamentamos, querida companheira. Estarás sempre connosco nos nossos debates, nas ações de rua, em todas as ocasiões.
Em nome da UMAR, toda a nossa saudade!
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16 Dias de ativismo
logo16DiasNo âmbito da campanha internacional 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, este ano, o Núcleo de Lisboa e Vale do Tejo da UMAR planeou organizar e publicar textos sobre as diversas formas de violência contra as mulheres, seguindo a Convenção de Istambul, nomeadamente, violência doméstica, violência física, perseguição, violação e coação sexual, casamento forçado, mutilação genital feminina, aborto forçado e esterilização forçada, assédio sexual e moral, crimes de honra, violência económica, violência simbólica, tráfico e femicídio..
Iniciada em 1991, por mulheres de diferentes países, reunidas pelo Centro de Liderança Global de Mulheres (Center for Women's Global Leadership - CWGL), esta campanha anual visa sensibilizar a comunidade internacional e denunciar as várias formas de violência contra as mulheres no mundo. Tem início a 25 de novembro, Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres, e encerra a 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos, e tem o intuito de estabelecer um elo simbólico entre violência contra as mulheres e direitos humanos.
Durante esse período, organizações da sociedade civil e governos de todo o mundo desenvolvem ações de sensibilização para o fim da violência de género.
Todos os artigos que se seguem foram escritos em resposta ao convite dirigido pela UMAR às autoras. E todos constituem análises preciosas desse fenómeno da violência de Género.
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RELATÓRIO DO OBSERVATÓRIO DAS MULHERES ASSASSINADAS (OMA) 2015
Assinala-se a 25 de Novembro o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres.A UMAR divulga os dados do seu Observatório de Mulheres Assassinadas (OMA) relativos ao período entre 1 de Janeiro de 2015 e 20 de Novembro. Fazendo uma leitura transversal dos dados registados pelo Observatório de Mulheres Assassinadas até 20 de Novembro de 2015, podemos concluir, em síntese, o seguinte:
Os registos do OMA identificam no período de 11 (onze) anos um total de 426 femicídios e de 497 tentativas de femicídio. Das 426 mulheres assassinadas nestes 11 anos de OMA, 359 foram-no no âmbito das relações de intimidade presentes ou passadas (84,3%).
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À Porta da História - Carolina Beatriz Ângelo
À Porta da História, uma magazine documental biográfica sobre personalidades portuguesas nascidas no séc. XIX que deixaram uma marca indelével na história e na cultura do país, está em exibição na RTP Internacional desde o dia 1 de novembro.

Combinando a biografia, o documentário e a informação, a nova magazine produzida pela Ukbar Filmes para a RTP Internacional traça em cada episódio as grandes linhas que compuseram a personalidade e os feitos de portugueses com percursos inesperados e cheios de curiosas facetas que, por vários acasos do destino, foram deslizando para uma zona obscura da memória nacional.

O programa dedicado a Carolina Beatriz Ângelo, com a participação de Maria José Magalhães, será transmitido este domingo pelas 21h30 na RTP Internacional, e é com imenso gosto que enviamos em primeira mão o vídeo promocional de episódio, disponível para download no link: http://we.tl/J17En2aokm
 
28 de Setembro - Dia Global de Ação Pelo Acesso ao Aborto Legal e Seguro

Não culpadas!


mjm naoculpadaMarrocos: 2 anos de prisão. Malta: 3 anos de prisão. Brasil: 4 anos de prisão. Chile: 5 anos de prisão. República Democrática do Congo e Indonésia: 10 anos de prisão. Irlanda: 14 anos de prisão. El Salvador: 40 anos de prisão.

Que crime merece penas tão duras? Qual é o crime, que naqueles países, pode levar uma mulher à prisão?: Abortar.

A estes países, somam-se aqueles que restringem o direito a interromper voluntariamente uma gravidez: pela necessidade de autorização por parte de terceiros, de autorização parental para menores, da aceitação do aborto unicamente em caso de violação, de risco para a vida da "mãe" ou de malformação do feto, taxas proibitivas e outras medidas desencorajadoras. Exemplos recentes: Espanha onde se restringiu o acesso ao aborto para todas as mulheres menores de idade; Portugal que aprovou uma lei que taxa a interrupção voluntária da gravidez e que submete as mulheres que desejam abortar a consultas prévias humilhantes.
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O voto foi uma das mais duras conquistas das mulheres ao longo da história
A atual maioria de direita PSD/CDS lesou os nossos direitos como mulheres.
Impôs a austeridade nas nossas vidas: desemprego, precariedade, cortes nos serviços sociais, na saúde, na educação.
Levou a que as e os nossos filhos fugissem do país, por falta de emprego, por falta de futuro.

Dizem-nos que já temos muito que fazer: cuidar das crianças, das pessoas idosas, fazer contas para gerir a casa. Estas foram declarações recentes do vice-primeiro ministro Paulo Portas!
Mas esse foi o destino que sempre nos quiseram reservar e contra o qual nos rebelámos, porque quisemos estudar, ter um emprego e a nossa independência económica.
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Petição coletiva ao Provedor de Justiça para defesa de Direitos Fundamentais nos casos de interrupção voluntária da gravidez
COMUNICADO À IMPRENSA
16 de setembro de 2015

28 organizações da sociedade civil entregam Petição coletiva ao Provedor de Justiça para defesa de Direitos Fundamentais e do interesse geral sobre a não conformação com a Constituição das Leis n.ºs 136 e 134/2015, de 7 de setembro, que vêm alterar a Lei n.º 16/2007, de 17 de abril, sobre a exclusão da ilicitude nos casos de interrupção voluntária da gravidez .

Face à recente publicação das Leis nºs 136 e 134/2015, de 7 de Setembro, respetivamente sobre "Primeira alteração à Lei nº 16/2007, de 17 de abril, sobre exclusão da ilicitude nos casos de interrupção voluntária da gravidez – proteção da maternidade e da paternidade" e sobre "Sexta alteração ao Decreto-Lei nº 113/2011, de 29 de novembro, prevendo o pagamento de taxas moderadoras na interrupção de gravidez quando for realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas de gravidez", e dada a relevância da matéria e importância da sua resolução urgente, 28 organizações da sociedade civil* entregaram ao Provedor de justiça, esta manhã, uma PETIÇÃO COLECTIVA PARA DEFESA DE DIREITOS FUNDAMENTAIS E DO INTERESSE GERAL SOBRE O QUE ENTENDEM SER A NÃO CONFORMAÇÃO COM A CONSTITUIÇÃO DAS LEIS MENCIONADAS.

Esta é uma iniciativa que vem no seguimento do compromisso assumido publicamente, a 22 de julho de 2015, pelas várias organizações1 no sentido de urgentemente remover da legislação os obstáculos e ilegalidades que estas novas leis aportam. As leis acima referidas, tal como já foi defendido e fundamentado durante o processo legislativo por diversas organizações signatárias da Petição2, põem em causa, designadamente:
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OMA - 2014
A União de Mulheres Alternativa e Resposta - UMAR, por meio do trabalho que desenvolve no Observatório de Mulheres Assassinadas - OMA apresenta o relatório final dos dados sobre femicídio e tentativas de femicídio ocorridas em Portugal, e noticiadas na imprensa pelo período de 01 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2014.

pdfOMA 2014 - Relatório 10 Dezembro 2014
 
Encontros culturais na intervenção contra a violência (CEINAV)

CEINAV – "Cultural encounters in intervention against violence"

ceinav 2014

O projeto CEINAV assenta numa abordagem dual relativa aos encontros culturais no que se refere às questões da ética, justiça e cidadania, através da incidência na proteção dos direitos fundamentais das mulheres e das crianças. Serão exploradas as interseções (e por vezes, tensões) entre culturas nacionais legais e institucionais, padrões europeus comuns e a diversidade crescente nos países da Europa, onde fronteiras simbólicas de pertença cultural em constante construção também define realidades de exclusão social e inclusão. Nas atuais controvérsias em torno do multiculturalismo e das políticas de reconhecimento, as relações de género e de geração, no interior de cada grupo social, necessitam de maior atenção: são cruciais para perceber o equilíbrio entre, por um lado, a autonomia e empoderamento dos indivíduos, por outro, o dever de proteção por parte do estado, e, ainda, o respeito pelos diversos conceitos de família e comunidade.

Links:
http://heranet.info/ceinav/
http://ceinav-jrp.blogspot.de/
http://www.fpce.up.pt/love_fear_power/ceinav/ceinav.html
http://www.fpce.up.pt/love_fear_power/ceinav/ceinav_eng.html
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AGENDA FEMINISTA 2015 da UMAR
capa agenda 2015AGENDA FEMINISTA 2015 da UMAR, uma óptima opção para entrar no ano novo, registar os novos compromissos, não esquecer e celebrar datas simbólicas, descobrir mulheres inspiradoras, oferecer, presentear... são muitas as razões para descobrir a 6ª Agenda Feminista da UMAR realizada no âmbito do Projecto Memória e Feminismos, dedicada a mulheres de Coimbra e do distrito de Setúbal que se destacaram pelo seu percurso de vida em prol da dignidade e dos direitos das mulheres.

A AGENDA FEMINISTA 2015 é uma edição tamanho de bolso, com elástico - dimensões 15 x 11cms.

Pode ser requisitada em troca de donativo (3€ associadas, 4€ não associadas) no Centro de Cultura e Intervenção Feminista CCIF/UMAR em qualquer delegação da UMAR ou para o e-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
 
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