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Notícias e Comunicados

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

No sábado dia 12 de dezembro pelas 20h no restaurante Solar dos Bicos (ao lado da Casa dos Bicos) em Lisboa, vai realizar-se um jantar de abertura da comemoração dos 40 anos da UMAR.O preço por pessoa é de 15 euros (preço ...

nao assedio
CONVITE: QUA. 22 de Fevereiro às 19h00 | Escola Secundária Camões em Lisboa
Em nome da Filha

A UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta participará na apresentação do livro «Em nome da Filha» de Carla Maia Almeida, organizada pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, que contará com as intervenções de Elisabete Brasil (Directora Executiva da UMAR para a Área da Violência de Género), de Manuel Luís Goucha e da autora. A actriz Ana Brandão lerá excertos da obra.

O livro "Em nome da filha" reúne testemunhos de mulheres vítimas de violência doméstica. Entrevistadas em vários pontos do país, estas mulheres acederam a contar as suas histórias sob anonimato. A essa urgência de partilha correspondeu a vontade de contribuir para a mesma causa: lutar contra um problema que não é «doméstico», mas de toda a sociedade. De todos nós, mulheres e homens.

ENTRADA LIVRE mediante pré-inscrição, aqui. Evento: https://www.facebook.com/events/1715095788821211/
 
14 de Fevereiro às 19h00 | A UMAR apoia o One Billion Rising em Lisboa
One Billion Rising 14022017

Lisboa junta-se ao movimento mundial One Billion Rising. A UMAR é uma das associações que se juntam a este evento organizado pelo colectivo GATA - Group for Activism and Transformation Through Art no dia 14 de Fevereiro pelas 19h00 no Centro LGBT na baixa de Lisboa (Rua dos Fanqueiros, 40).

One Billion Rising é a maior acção de massas para acabar com a violência contra as mulheres na história humana. A campanha, lançada no Dia dxs Namoradxs de 2012, começou como um apelo à acção baseado na estatística em que 1 em cada 3 mulheres no planeta será espancada ou violada durante a sua vida.

Levantamo-nos para dançar pelo fim da violência de género, especificamente contra a Exploração das Mulheres (tema da campanha de 2017).

Levantamo-nos para mostrar que estamos determinadas/os a criar um novo tipo de consciência - onde resistiremos à violência e lutaremos por um mundo mais igual!

A dança reclama o espaço, agita os corpos e a consciência individual e colectiva! http://www.onebillionrising.org/ #1billionrising
 
Violência no Namoro

Resultados Nacionais apontam a gravidade do problema

Conferência Imprensa

14 de fevereiro, terça-feira, às 12:00 - FPCEUP - Sala 119

A Violência no Namoro é uma problemática muito presente na vida dos/as jovens e que pode ter repercussões na vida adulta, pelo seu carácter intergeracional.

O último estudo da UMAR, que contou com uma amostra de cerca de 5500 jovens, apresenta dados preocupantes que serão divulgados na conferência de imprensa. Destacam-se, entre muitos outros: 24% considera normal partilhar fotos íntimas ou insultar através das redes sociais e 14% legitima a violência psicológica, havendo 19% de jovens que já foi vítima deste último tipo de violência.

No próximo dia 14 de Fevereiro às 12h00, na sala 119 da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, realizar-se-á uma Conferência de Imprensa sobre os dados mais recentes de Violência no Namoro da UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta.

Esta conferência de imprensa tem como objetivo divulgar os dados sobre vitimação e legitimação da Violência no Namoro, reafirmando a necessidade de um trabalho concertado no âmbito da prevenção.

Dada a relevância do estudo em apreço, esta conferência contará com a presença da Senhora Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Drª. Catarina Marcelino.

Este estudo nacional é subvencionado pela SECI - CIG.

Contactos:
Ana Teresa Dias
917 015 435

Margarida Teixeira
915 449 192

Ana Guerreiro
913 060 478
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ABORTO – Uma década após o referendo
logotipo umar transPassou o tempo em que milhares de mulheres morriam ou ficavam com a sua saúde destroçada nos corredores clandestinos a que estavam sujeitas as mulheres ao abortarem.

Passou o tempo em que mulheres eram julgadas em tribunal por terem abortado.

Foram mais de 30 anos de lutas, de avanços e retrocessos, passando por dois referendos até que, finalmente a 11 de fevereiro de 2007, Portugal cresceu civilizacionalmente permitindo a cada mulher a opção por uma interrupção de gravidez no Serviço Nacional de Saúde.

A Saúde Sexual e Reprodutiva das mulheres melhorou desde então e as interrupções de gravidez têm vindo a baixar, registando-se que mais de 95% das mulheres que recorrem ao aborto no SNS recorrem posteriormente a um método contracetivo.(dados da DGS)

Portugal situa-se abaixo da média europeia em relação à percentagem de IVG por cada 1000 nados vivos.

A conquista de há 10 anos mudou a vida das mulheres. Os medos, a exposição pública de casos em tribunal, a falta de autonomia nas suas decisões em relação à saúde reprodutiva foram marcas na vida de várias gerações de mulheres.

Contudo, esta conquista esteve em risco. Em julho de 2015, o governo PSD/CDS legislou contra a IVG introduzindo taxas moderadoras e outros obstáculos ao acesso das mulheres ao aborto nos serviços públicos de saúde, medidas estas que foram anuladas pela nova maioria parlamentar.

Existem ganhos inequívocos em matéria de Saúde Sexual e Reprodutiva em Portugal nos últimos anos. Mas estes ganhos implicam que se mantenha o esforço na formação de profissionais de saúde e de fortalecimento dos programas de educação e de promoção da saúde sexual e reprodutiva, num programa nacional, que passe por escolas, centros de saúde, hospitais e outras instituições.

A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta saúda neste décimo aniversário do referendo em Portugal todas as mulheres e homens que se envolveram nesta luta prolongada para que as mulheres em Portugal conquistassem o direito a interromper uma gravidez não desejada em condições de dignidade e segurança.

A Direcção da UMAR
Fevereiro de 2017
 
A 6 de Fevereiro, a UMAR co-promove o 2.º Encontro Regional para uma Intervenção Integrada pelo Fim da MGF
CartazA3.21No próximo dia 6 de Fevereiro de 2017 - Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina (MGF) realizar-se-á em Sintra entre as 9h00 e as 18h00, o 2.º Encontro Regional para uma Intervenção Integrada pelo Fim da MGF, no Centro Cultural Olga Cadaval (Auditório Acácio Barreiros). Este encontro, foi promovido por diversas entidades, entre as quais, a UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta.

As Inscrições são gratuitas mas obrigatórias. Para inscrição, basta preencher o seguinte formulário, aqui: http://bit.ly/2kBl6DE






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II European Conference on Domestic Violence
II ECDV 2017 2O II European Conference on Domestic Violence decorre na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto entre 6 e 9 de setembro de 2017. Depois do sucesso da I Conferência Europeia de Violência Doméstica, esta segunda edição resulta de uma colaboração entre a FPCEUP, a UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta, e a APAV - Associação Portuguesa de Apoio à Vítima.

A submissão de artigos está aberta até 15 de fevereiro de 2017. Para mais informações consultar: http://www.fpce.up.pt/iiecdv/ .
 
Os Direitos Reprodutivos são Direitos Humanos! A UMAR contra a Lei da Mordaça aprovada pela administração de Donald Trump

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A UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta junta-se ao movimento internacional de entidades não governamentais, que se juntaram em condenação da polémica Lei da Mordaça (Global Gag Rule) que o Presidente Donald Trump restabeleceu logo no primeiro dia útil da sua governação.

Esta política conservadora foi primeiramente adoptada pela presidência de Ronald Reagan mas revogada durante a presidência de Barack Obama.

A Lei da Mordaça de Trump, interdita o recebimento de financiamento dos EUA por todas as organizações internacionais que trabalhem na área do planeamento familiar, caso o aborto esteja entre as suas preocupações informativas ou de assistência (mesmo em países em que a sua prática seja legal e institucionalizada).

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Sábado 28 de Janeiro às 10h // A UMAR Coimbra promove Acção de Capacitação
promovendo igualdade

O Projecto conjunto da UMAR Coimbra e UMAR Viseu, CAMI - Capacitar para Melhor Intervir Localmente, promove uma 2.ª acção de capacitação sobre Igualdade de Género que decorrerá em Coimbra, no sábado 28 de Janeiro às 10h00.

A acção será dinamizada por Manuela Tavares, membro da direcção da UMAR, Doutorada em Estudos sobre as Mulheres pela Universidade Aberta; investigadora no CEMRI (Centro de Estudos das Migrações e Relações Interculturais) e no CIEG (Centro Interdiscipinar em Estudos de Género) do ISCSP-UL.

Inscrições gratuitas através do email: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar .
 
UMAR Madeira apresenta no Funchal o seu novo Projecto "Promovendo a Igualdade"
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A UMAR Madeira realizou a 21 de Janeiro às 15h30 no Funchal, uma sessão aberta à população sobre a história dos direitos das mulheres como direitos humanos e em que apresentou o novo projecto "Promovendo a Igualdade" financiado pela SECI. Este projecto iniciou-se este mês e terá a duração de um ano. Espalhando mais os feminismos na ilha da Madeira!

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Apoio e adesão da UMAR às Marchas de Mulheres de Braga, Porto, Coimbra e Lisboa em solidariedade com a Women's March on Washington
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A UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta é uma das entidades que apoia "A Marcha das Mulheres", que decorrerá simultaneamente em Portugal nas cidades de Braga, Porto, Coimbra, Lisboa, Faro e Angra do Heroísmo no SÁBADO, 21 de JANEIRO ÀS 15H00, integrando a iniciativa internacional Women's March on Washington.

Estão a ser organizadas acções neste dia em cerca de 300 cidades de 32 países do mundo.

A Marcha das Mulheres em Portugal apoia os movimentos sociais que se estão a organizar nos Estados Unidos da América para fazer frente à nova conjuntura política, protagonizada pela voz de Donald Trump, que põe em causa direitos humanos universais e que terá repercussões históricas mundiais. Também na Europa e na América Latina assistimos ao crescimento da extrema direita e de movimentos racistas, xenófobos, misóginos, chauvinistas e sexistas.

Pela interseccionalidade das lutas, contra todas as formas de opressão e exploração, na rua no dia 21 de Janeiro de 2017. Movimentos sociais e organizações políticas, todas e todos juntas/os: movimentos Anti-Racistas, Feministas, AntiCapitalistas, LGBTQ+, Justiça Climática e Ambientalistas, Anti- Fascistas, Refugiados e Imigrantes, Contra a Precariedade no Trabalho e Sindicatos, Direitos das pessoas em situação de exclusão social e económica, Movimentos Estudantis juntam-se para responder a uma iniciativa mundial #nãosejastrump.
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Organizações, movimentos sociais e partidos juntam-se para responder a uma iniciativa internacional #nãosejastrump.

Evento da Marcha das Mulheres BRAGA:
https://www.facebook.com/events/661938463977755/

Evento da Marcha das Mulheres PORTO:
https://www.facebook.com/events/1960665907493895/

Evento da Marcha das Mulheres COIMBRA:
https://www.facebook.com/events/396803613988924/

Evento da Marcha das Mulheres LISBOA:
https://www.facebook.com/events/1829222877366815/
 
MMM e UMAR Coimbra organizam Acção Portuguesa de Solidariedade com as Mulheres Curdas
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No dia 9 de Janeiro de 2017 em Coimbra, a Marcha Mundial Mulheres Portugal e o núcleo da UMAR Coimbra organizaram uma acção portuguesa de solidariedade com as activistas curdas assassinadas enquanto lutavam pelos direitos do seu povo e das mulheres curdas, incluída numa iniciativa de âmbito internacional lançada pelo KJA. Foi também um dia para homenagear todas as mulheres que lutam pelos valores democráticos e pela liberdade. Seguiremos em MARCHA, até que todas sejamos livres!!!!
 
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