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Notícias e Comunicados

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

No sábado dia 12 de dezembro pelas 20h no restaurante Solar dos Bicos (ao lado da Casa dos Bicos) em Lisboa, vai realizar-se um jantar de abertura da comemoração dos 40 anos da UMAR.O preço por pessoa é de 15 euros (preço ...

nao assedio
UMAR apoia One Billion Rising Lisboa | Estação CP do Rossio, 8 de Março, 19h00
Poster OBR Lisboa 26Feb2017 1Pelo Fim da violência contra as mulheres!! Mil milhões de mulheres de todo o mundo e aqueles que as amam vão levantar-se, sair, dançar e exigir um fim para esta violência. É a proposta para o próximo dia 8 de Março, na Estação Ferroviária do Rossio às 19h00, onde actuarão as/os seguintes artistas: Kika Cardoso; Darko e Artistas The Voice Portugal (Francisco Murta, Trio Edna, Sérgio Alves, Márcio Vicente, Vera Lima, Jaime e Nuno Batista, Inês Hudson, Ana Vasconcelos, Luís Cruz, Raquel Monteiro e trio LIAC).

Uma co-organização: Changing Wave e da Câmara Municipal de Lisboa, com o apoio da UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta e outras organizações como: Amnistia Internacional, Associação de Apoio à Vítima (APAV), Associação Portuguesa de Mulheres Juristas (APMJ), Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), ILGA Portugal, OIKOS, Rede Ex-Aequo, Por Todas Nós, Welcome People & Arts, Com Calma, Sapana, Corações com Coroa, P&D Factor, Capazes, Chapitô.
 
Participação da UMAR na sessão "(Des)Igualdades e Violências" na AJA - Lisboa
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(Des)Igualdades e Violências é o título do debate para o Dia Internacional da Mulher, a decorrer na AJA - Associação José Afonso em Lisboa, com a participação de: Ilda Afonso, Diretora Ténica do Centro de Acolhimento a Mulheres Vítimas de Violência Doméstica (P'RA TI) da UMAR no Porto; e de Ana Cristina Silva, Professora no ISPA e Escritora, autora do livro "Mulher Transparente", que versa sobre o tema da violência doméstica. Apoio da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género.

"A celebração do Dia Internacional das Mulheres tem a sua origem nas lutas das mulheres, nos finais do séc. XIX e início do séc. XX, por melhores condições de trabalho. Esquecido por largos anos, foi recuperado pelos movimentos feministas dos anos 60, vindo a ser adoptado pela ONU em 1977.
Embora a data tenha vindo a adquirir contornos de excessivo marketing comercial, como acontece com outras festividades ao longo do ano, continua a fazer sentido comemorar o Dia Internacional da Mulher. Por um lado, para celebrar as conquistas alcançadas no árduo caminho percorrido pela plena igualdade de direitos; por outro lado, como afirmação de luta contra as desigualdades ainda existentes, contra todo o tipo de violência e discriminação a que as mulheres são sujeitas, seja no espaço privado, seja no espaço público."
 
WOMEN TALKS: Sessão 2017 - Feminismos na Encruzilhada?
Cartaz Feminismos na encruzilhada

Convite da UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta para sessão no Evento Women Talks - promovido pela SECI, CIG, Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres, Capazes e UMAR no dia 8 de Março (10h00-18h00) na Reitoria da Universidade de Lisboa, no âmbito da Comemoração dos 40 Anos da CIG - Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.

A sessão promovida pela UMAR "2017 - FEMINISMOS NA ENCRUZILHADA?" iniciar-se-á às 15h30 e contará com as intervenções de Analia Torres, Irene Pimentel e Miguel Vale de Almeida. Moderação por Maria José Magalhães.
 
WOMEN TALKS: Sessão Feminismos e Intergeracionalidades
Cartaz Feminismos e Intergeracionalidades

Convite da UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta para sessão "Feminismos e Intergeracionalidades" no dia 8 de Março às 12h00 na Reitoria da Universidade de Lisboa, no âmbito do evento Women Talks, promovido pela SECI, CIG, Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres, Capazes e UMAR na Comemoração dos 40 Anos da CIG - Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.

Na sessão estarão representantes do Graal Portugal, da UMAR e da APF - Associação para o Planeamento da Família. Moderação de Eduarda Ferreira.
 
COMUNICADO DA UMAR

8 de Março - Dia Internacional das Mulheres

Alcançando Direitos, Construindo Resistências


logotipo umar transHá 160 anos as mulheres lutaram por menos horas de trabalho e por salários dignos.

Apesar dos avanços no estatuto das mulheres, hoje continuamos a exigir que terminem as discriminações no trabalho.

Em diversos países, há meio século, as feministas levantaram o slogan: "O pessoal é político" e exigiram a condenação da violência contra as mulheres nas relações de intimidade e a despenalização do aborto.

Em Portugal, o 25 de abril de 1974 trouxe direitos inegáveis, mas a violência sobre as mulheres, os direitos sexuais e reprodutivos e as sexualidades na sua diversidade de orientações e identidades tardaram a entrar na agenda política.

Por isso, só este ano, podemos comemorar os 10 anos da vitória no referendo sobre o aborto que permitiu a interrupção de uma gravidez não desejada, por opção da mulher, através do Serviço Nacional de Saúde.

Apesar dos avanços nas medidas de apoio às mulheres vítimas de violência continuamos a olhar para a gravidade deste flagelo, quando nos deparamos com 454 mulheres assassinadas por maridos, companheiros, ex-companheiros ou namorados, nos últimos treze anos (dados da UMAR, do Observatório das Mulheres Assassinadas).
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WOMEN TALKS, 8 de Março das 10h às 18h na Reitoria da Universidade de Lisboa
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No âmbito das celebrações do 8 de Março - Dia Internacional das Mulheres, a UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta colabora com a CIG - Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, a Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres, as Capazes no evento "WOMEN TALKS", que terá lugar na Reitoria da Universidade de Lisboa, entre as 10h00 e as 18h00.

Entrada gratuita, mas com inscrição para: http://bit.ly/2lndYiX

Serão 14 workshops, organizados em sessões paralelas por ONG na área da igualdade de género e da luta pelos direitos das mulheres (2 deles promovidos pela UMAR).

No final, terá lugar uma conferência proferida pela Oradora Convidada, a norte americana Sarah McCarthy Welsh, Diretora Executiva do Massachusetts Women's Political Caucus, organização promotora da Women March For America no Estado de Massachussetts, a 21 de Janeiro deste ano.

A intervenção de Sarah NMcCarthy Welsh poderá ser seguida, em Livestream, na página de Facebook da CIG.
 
Relatório de Imprensa do Estudo Nacional sobre Violência no Namoro da UMAR
viol namoro

No dia 14 de Fevereiro 2017, a UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta organizou uma Conferência de Imprensa de lançamento dos dados do nosso novo Estudo Nacional sobre Violência no Namoro, que contou com a presença da Srª Secretária de Estado da Cidadania e Igualdade, Dr.ª Catarina Marcelino.
Este estudo abrangeu cerca de 5500 jovens com uma média de idades de 15 anos e foi implementado em todo o território nacional - Portugal continental e arquipélagos dos Açores e Madeira. A análise dos dados recolhidos está divida em duas dimensões: 1) a legitimação dos actos violentos; e 2) a prevalência da vitimação nas relações de namoro.
O Relatório deste Estudo Nacional sobre Violência no Namoro da UMAR de 2017 está disponível pdfaqui.
 
CONVITE: QUA. 22 de Fevereiro às 19h00 | Escola Secundária Camões em Lisboa
Em nome da Filha

A UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta participará na apresentação do livro «Em nome da Filha» de Carla Maia Almeida, organizada pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, que contará com as intervenções de Elisabete Brasil (Directora Executiva da UMAR para a Área da Violência de Género), de Manuel Luís Goucha e da autora. A actriz Ana Brandão lerá excertos da obra.

O livro "Em nome da filha" reúne testemunhos de mulheres vítimas de violência doméstica. Entrevistadas em vários pontos do país, estas mulheres acederam a contar as suas histórias sob anonimato. A essa urgência de partilha correspondeu a vontade de contribuir para a mesma causa: lutar contra um problema que não é «doméstico», mas de toda a sociedade. De todos nós, mulheres e homens.

ENTRADA LIVRE mediante pré-inscrição, aqui. Evento: https://www.facebook.com/events/1715095788821211/
 
14 de Fevereiro às 19h00 | A UMAR apoia o One Billion Rising em Lisboa
One Billion Rising 14022017

Lisboa junta-se ao movimento mundial One Billion Rising. A UMAR é uma das associações que se juntam a este evento organizado pelo colectivo GATA - Group for Activism and Transformation Through Art no dia 14 de Fevereiro pelas 19h00 no Centro LGBT na baixa de Lisboa (Rua dos Fanqueiros, 40).

One Billion Rising é a maior acção de massas para acabar com a violência contra as mulheres na história humana. A campanha, lançada no Dia dxs Namoradxs de 2012, começou como um apelo à acção baseado na estatística em que 1 em cada 3 mulheres no planeta será espancada ou violada durante a sua vida.

Levantamo-nos para dançar pelo fim da violência de género, especificamente contra a Exploração das Mulheres (tema da campanha de 2017).

Levantamo-nos para mostrar que estamos determinadas/os a criar um novo tipo de consciência - onde resistiremos à violência e lutaremos por um mundo mais igual!

A dança reclama o espaço, agita os corpos e a consciência individual e colectiva! http://www.onebillionrising.org/ #1billionrising
 
Violência no Namoro

Resultados Nacionais apontam a gravidade do problema

Conferência Imprensa

14 de fevereiro, terça-feira, às 12:00 - FPCEUP - Sala 119

A Violência no Namoro é uma problemática muito presente na vida dos/as jovens e que pode ter repercussões na vida adulta, pelo seu carácter intergeracional.

O último estudo da UMAR, que contou com uma amostra de cerca de 5500 jovens, apresenta dados preocupantes que serão divulgados na conferência de imprensa. Destacam-se, entre muitos outros: 24% considera normal partilhar fotos íntimas ou insultar através das redes sociais e 14% legitima a violência psicológica, havendo 19% de jovens que já foi vítima deste último tipo de violência.

No próximo dia 14 de Fevereiro às 12h00, na sala 119 da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, realizar-se-á uma Conferência de Imprensa sobre os dados mais recentes de Violência no Namoro da UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta.

Esta conferência de imprensa tem como objetivo divulgar os dados sobre vitimação e legitimação da Violência no Namoro, reafirmando a necessidade de um trabalho concertado no âmbito da prevenção.

Dada a relevância do estudo em apreço, esta conferência contará com a presença da Senhora Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Drª. Catarina Marcelino.

Este estudo nacional é subvencionado pela SECI - CIG.

Contactos:
Ana Teresa Dias
917 015 435

Margarida Teixeira
915 449 192

Ana Guerreiro
913 060 478
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ABORTO – Uma década após o referendo
logotipo umar transPassou o tempo em que milhares de mulheres morriam ou ficavam com a sua saúde destroçada nos corredores clandestinos a que estavam sujeitas as mulheres ao abortarem.

Passou o tempo em que mulheres eram julgadas em tribunal por terem abortado.

Foram mais de 30 anos de lutas, de avanços e retrocessos, passando por dois referendos até que, finalmente a 11 de fevereiro de 2007, Portugal cresceu civilizacionalmente permitindo a cada mulher a opção por uma interrupção de gravidez no Serviço Nacional de Saúde.

A Saúde Sexual e Reprodutiva das mulheres melhorou desde então e as interrupções de gravidez têm vindo a baixar, registando-se que mais de 95% das mulheres que recorrem ao aborto no SNS recorrem posteriormente a um método contracetivo.(dados da DGS)

Portugal situa-se abaixo da média europeia em relação à percentagem de IVG por cada 1000 nados vivos.

A conquista de há 10 anos mudou a vida das mulheres. Os medos, a exposição pública de casos em tribunal, a falta de autonomia nas suas decisões em relação à saúde reprodutiva foram marcas na vida de várias gerações de mulheres.

Contudo, esta conquista esteve em risco. Em julho de 2015, o governo PSD/CDS legislou contra a IVG introduzindo taxas moderadoras e outros obstáculos ao acesso das mulheres ao aborto nos serviços públicos de saúde, medidas estas que foram anuladas pela nova maioria parlamentar.

Existem ganhos inequívocos em matéria de Saúde Sexual e Reprodutiva em Portugal nos últimos anos. Mas estes ganhos implicam que se mantenha o esforço na formação de profissionais de saúde e de fortalecimento dos programas de educação e de promoção da saúde sexual e reprodutiva, num programa nacional, que passe por escolas, centros de saúde, hospitais e outras instituições.

A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta saúda neste décimo aniversário do referendo em Portugal todas as mulheres e homens que se envolveram nesta luta prolongada para que as mulheres em Portugal conquistassem o direito a interromper uma gravidez não desejada em condições de dignidade e segurança.

A Direcção da UMAR
Fevereiro de 2017
 
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