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Notícias e Comunicados

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

No sábado dia 12 de dezembro pelas 20h no restaurante Solar dos Bicos (ao lado da Casa dos Bicos) em Lisboa, vai realizar-se um jantar de abertura da comemoração dos 40 anos da UMAR.O preço por pessoa é de 15 euros (preço ...

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MEMÓRIAS DE FUNDADORAS #45anosUMARfeminismos
No âmbito da celebração do 45º aniversário da UMAR, fundada em 12 de Setembro de 1976, iniciámos um ciclo de entrevistas intitulado Memórias de Fundadoras da UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta.

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A primeira destas entrevistas foi realizada no dia 12 de Setembro a Anália Torres, co-fundadora da UMAR. A entrevista foi conduzida pela actual Presidente da UMAR, Liliana Rodrigues.

https://youtu.be/J9y25Q3of4Y

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Dia 16 de Setembro Carolina Moreira, da UMAR Coimbra e membro da Direção entrevistou Idalina Rodrigues, médica, co-fundadora e Vice Presidente da UMAR (2021-2024).

https://youtu.be/eWrk7qnzQkk

As próximas entrevistas serão disponibilizadas brevemente e à medida que se forem realizando.

 
Nota de pesar Prof. Lourdes Bandeira
Prof. Lourdes
Créditos da fotografia: https://bazardotempo.com.br/1590-2/


A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, vem a público manifestar o profundo pesar pelo falecimento, no dia 12 de setembro de 2021, da companheira de luta, socióloga e professora, Lourdes Maria Bandeira.

A Professora Lourdes Bandeira, natural do Estado do Rio Grande do Sul, é uma das grandes referências brasileiras na luta pelos direitos das mulheres e pelo combate à violência de género. Durante os seus mais de quarenta anos de docência no Ensino Superior, maioritariamente na UNB – Universidade de Brasília, a professora Lourdes Bandeira desenvolveu e orientou importantes trabalhos sobre a temática, tendo sido a sua contribuição fundamental para a visibilização do fenómeno do femicídio no Brasil. Lourdes Bandeira, que desempenhou funções de Secretária Adjunta da Secretaria de Políticas para Mulheres do Governo Federal entre 2012 e 2015, era também coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas da Mulher e membro do Conselho de Direitos Humanos da Universidade de Brasília. Durante o seu segundo pós-doutoramento, realizado na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, a UMAR teve a honra de poder contar, de forma ainda mais direta, com o trabalho e as reflexões da Professora Lourdes durante o tempo de estada em Portugal, e o seu contributo será para sempre lembrado.

Em memória desta caminhada brilhante, de uma mulher à frente do seu tempo e de imensa coragem, nós continuaremos a luta. Obrigada, querida Lourdes, por ter sido e por continuar a ser uma das nossas inspirações.
Sentidos cumprimentos a todos/as os/as familiares e amigos/as.

Créditos da fotografia: https://bazardotempo.com.br/1590-2/

 
Sessão online Representação e Imagem nas Mulheres +65
Cartaz Idade 2 final

No dia 29 de junho às 18h, realizar-se-á a tertúlia online "Representação e Imagem das Mulheres com mais de 65 anos", o primeiro evento público do novo projeto da UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta 'A Idade e o Género. Até onde vai o Preconceito?', que conta com o apoio financeiro da pequena subvenção da CIG - Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.

Com o intuito de desvelar e refletir do ponto de vista feminista a problemática do envelhecimento, esta sessão e as próximas, procurarão quebrar algum silenciamento sobre esta questão, denunciando preconceitos idadistas e sexistas que recaem sobre as mulheres mais velhas. Para tal, contaremos com as intervenções das convidadas Ana Maria Pessoa (Professora na ESE de Setúbal), Cristina L. Duarte (investigadora em género e moda) e São José Lapa (atriz e encenadora)

Dados de acesso: Link do Zoom: https://zoom.us/s/99017572930 | ID da reunião: 990 1757 2930 | Senha de acesso: 133073

 
Relatório de Contas 2020
pdfBalancete Razão 30-12-2020

pdfBalancete Razão 31-12-2020

 


 
Órgãos Sociais

ÓRGÃOS SOCIAIS DA UMAR PARA 2021/2024

DIREÇÃO

PresidenteLiliana Graciete Fonseca Rodrigues – Investigadora e Psicóloga (Braga).
Ass. nº 202

Vice-PresidenteMaria José de Sousa Magalhães – Professora (Porto).
Ass. nº 124

Vice-PresidenteMaria Idalina Ribeiro Pinto Mourão Rodrigues – Médica (Lisboa).
Ass. nº 15

SecretáriaJoana Sales de Campos Vieira – Técnica de projetos (Lisboa).
Ass. nº 126

Responsável Financeira – Maria Manuela Paiva Fernandes Tavares – Professora (Almada).
Ass. nº 22

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Comissão de Ética e de Boas Práticas
Guida Maria Vieira Martins Operária de Tapeçaria reformada (Madeira).
Associada nº 38

Mandatária

Ana MargaridaPacheco Teixeira – Técnica Sup. Educação (Porto).
Associada nº 627

Maria da Graça Melo Cabral Marques Pinto – Professora (Viseu).
Associada nº 669

Lia Raquel Costa Mendes - Técnica superior (Braga).
Associada nº 711

Alexandra Rodrigues - Licenciada em Sociologia (Braga).
Associada nº 616

Suplente:

Helena Neves GorjãoProfessora
Associada. nº 369

 
PROGRAMA aprovado em Assembleia Geral de 30 de maio de 2021 - UMAR 2021/2024

POR UM FEMINISMO DE INTERVENÇÃO: DESAFIOS ATUAIS E FUTUROS

A nossa identidade feminista


A UMAR faz parte de um feminismo histórico que preserva a memória. Sem memória não há feminismos. Somos por um feminismo que age no presente e se abre ao futuro, tendo em consideração novas ideias e outras áreas de intervenção como a ecologia.

Somos feministas de esquerda com a convicção de que os sistemas patriarcal, colonialista e capitalista estão nas raízes de todas as discriminações e opressões. Identificamos todos os sistemas opressores que combatemos através da (re)construção de resistências. Por isso, o nosso feminismo é também antirracista, anti-lgbtfóbico, anti-capacitista, anti-idadista, antifascista e ecologista. A crise ecológica planetária é o capítulo mais recente da história do capitalismo, por isso defendemos um ecofeminismo social contra a dominação patriarcal e capitalista.

Distanciamo-nos do feminismo liberal porque o nosso feminismo não é de slogans. Materializa-se nas lutas diárias das mulheres e de todas as pessoas que sofrem discriminações.

Somos um feminismo atento às múltiplas discriminações e, por isso, interseccional, que cruza os direitos das mulheres trabalhadoras em diversas áreas, não esquecendo as mais precárias e invisibilizadas: as mulheres migrantes, as mulheres racializadas, as trabalhadoras domésticas e de limpeza, as trabalhadoras dos cuidados, as mulheres rurais, as mulheres de diferentes etnias, entre as quais as ciganas, as mulheres trans, as trabalhadoras do sexo, as mulheres em situação de sem abrigo, as mulheres presas.
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Candidaturas abertas para o projecto Cabaz de Sonhos: Empreender no Feminino, em Almada
Estão abertas as candidaturas do projecto Envol20-DLBC "Almada Cabaz de Sonhos: Empreender no Feminino" promovido pelo Instituto Piaget de Almada com a parceria de outras entidades como a UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta, de capacitação e de promoção da igualdade de género e de oportunidades a mulheres em situação de vulnerabilidade social.

Este projecto contribuirá para a redução da desigualdade de género no acesso ao mercado de trabalho, através da criação do próprio negócio, estimulando as mulheres a criarem as suas ferramentas individuais e sociais ao serviço de uma maior integração laboral.

Requisitos obrigatórios:
- Mulheres, residentes no concelho de Almada, nos territórios correspondentes à União de Freguesias do Laranjeiro e Feijó e à União de Freguesias de Caparica e Trafaria.

Requisitos preferenciais:
Mulheres em situações de violência doméstica; mulheres migrantes; desempregadas de longa duração; ex-reclusas; outras mulheres em situação de vulnerabilidade social.

Candidaturas disponíveis através da página: https://empreendernofeminino.ipiaget.org/

Mais informação em: https://empreendernofeminino.ipiaget.org/sobre-o-projeto/

Esta iniciativa é financiada pelo programa Envol20 Almada DLBC Urbano e tem a duração de 10 meses.

Entidades parceiras: Instituto Piaget Almada, Câmara Municipal de Almada, UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta, SCMA - Santa Casa da Misericórdia de Almada, AMI - Assistência Médica Internacional, Associação Mimo, AD Sumus, Centro Comunitário de Promoção Social do Laranjeiro / Feijó, IPSS.

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Regulamento Eleitoral
proposta regulamento eleitoral


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Vídeo do CAM - Centro de Atendimento Mulher da UMAR em Almada
Vídeo informativo sobre a violência contra as mulheres, do CAM - Centro de Atendimento Mulher da UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta em Almada para a Câmara Municipal de Sesimbra no âmbito do Dia Internacional das Mulheres de 2021.

Com intervenção da coordenadora técnica do CAM/UMAR, Alexandra Dourado.




Contactos do CAM/UMAR em Almada: E-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar | Telefone: 212 942 198 | Telemóvel: 969 373 758
 
8 de março | Juntas com a força das nossas reivindicações!
Foi há muitos anos que milhares de trabalhadoras se levantaram com a força das suas reivindicações: 8 horas de trabalho, condições de trabalho dignas, igualdade salarial.

O percurso tem sido longo, com avanços e recuos, períodos de maior visibilidade dos feminismos na sua pluralidade e silêncios ainda não quebrados. De facto, nas palavras da filósofa e ativista Angela Davis, "a liberdade é uma luta constante", assim como para a Simone de Beauvoir, ela é "(...) a nossa própria substância", pelo que não devemos aceitar qualquer sujeição. E, como afirmou a feminista negra e lésbica Audre Lorde: "Eu não sou livre, enquanto alguma mulher não o for".

Neste 8 de março, não podemos deixar ninguém para trás com as suas reivindicações que são múltiplas, porque são múltiplas as discriminações que ainda recaem sobre as mulheres. Como afirma Maria Gil, ativista feminista de etnia cigana: "Ainda há muitas vozes por ouvir".
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