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Historial da Marcha Mundial das Mulheres
  • Julho 2007: Toulouse - A coordenadora francesa acolhe a reunião da Coordenação Europeia da Marcha. Portugal faz-se representar por Celina Santos (AJP) e Luísa Corvo (Ilga Portugal).
  • Outubro 2006: Irún, País Basco acolhe a reunião da Coordenação Europeia da Marcha, onde participa uma delegação portuguesa constituída por 5 representantes.
    A reunião aprovou um comunicado de imprensa de solidariedade (documento em pdf) com a luta pela despenalização do aborto em Portugal.
  • 3-9 de Julho 2006: 6º Encontro Internacional em Lima, no Peru, com a presença de Teresa Cunha da AJP. Para além da reafirmação do papel da Marcha como movimento com dimensão nacional, regional e internacional, saiu reforçada a sua diversidade e identidade política. Foi definido um plano estratégico até 2010 e o Secretariado Internacional passa para o Brasil.
  • 17 Outubro 2005: chegada da “Carta Mundial das Mulheres para a Humanidade” e da “Manta Mundial da Solidariedade” ao Burkina Faso (fim da Estafeta). Ao mesmo tempo serão realizadas as “24 Horas de Solidariedade Feminista”.
  • 8 Março 2005: lançamento internacional da “Carta Mundial das Mulheres para a Humanidade” no Brasil. Começo da Estafeta Mundial da Carta e montagem progressiva da “Manta da Solidariedade Mundial” em 50 países do mundo.
  • 10 Dezembro 2004: no 5º Encontro Internacional em Kigali, no Ruanda, é adoptada a Carta Mundial das Mulheres para a Humanidade (documento em pdf). A Carta apresenta o mundo que as mulheres da Marcha Mundial querem construir e os valores que defendem.
  • Março 2003: por ocasião do 4º Encontro Internacional em Mumbai, na Índia, as representantes da Marcha elegem um Comité Internacional e decidem constituir colectivos e grupos de trabalho. A Marcha adopta uma Declaração de Valores (Documento em pdf).
  • 2002-2003: aquando dos Fóruns Sociais Mundiais, que se desenrolam em Porto Alegre (Brasil) e em Mumbai (Índia), representantes da Marcha defendem os valores feministas no seio dos movimentos sociais.
  • 6 Outubro 2001: por ocasião do 3º Encontro Internacional, as representantes da Marcha de diversos países reafirmam a necessidade de continuar a Marcha e de acentuar a sua presença nos fóruns alter-globalização. A Paz surge como uma prioridade.
  • 17 Outubro 2000: 10.000 mulheres marcham nas ruas de Nova Iorque, enquanto que uma delegação transmite as reivindicações aos responsáveis da ONU. Essa delegação entrega também os 5.000.000 milhões de assinaturas recolhidas em todo o mundo em apoio às reivindicações.
  • 16 Outubro 2000: uma delegação da Marcha, recebida pelos dirigentes do FMI e do Banco Mundial, denuncia os efeitos devastadores das políticas destas instituições nas vidas das mulheres.
  • 15 Outubro 2000: as delegadas do mundo encontram-se em Washington para a manifestação organizada pelas mulheres dos Estados Unidos.
  • 8 Março 2000: lançamento oficial da Marcha Mundial das Mulheres a nível internacional. É lançada uma campanha que visa recolher milhões de assinaturas em apoio às reivindicações.
  • Durante todo o ano 2000, as Coordenações Nacionais que se constituíram para a Marcha redigem plataformas de reivindicações nacionais, organizam acções e marchas nacionais. Juntam-se à Marcha mais de 6.000 grupos, provenientes de 161 países e territórios. A Marcha decorreu entre o 8 de Março de 2000, Dia Internacional da Mulher, e o dia 17 de Outubro de 2000, Dia Internacional para a Eliminação da Pobreza.
  • 1998-1999: criação de um Comité de Ligação Internacional (CLI), composto por 44 mulheres, encarregado de seguir a preparação das acções mundiais.
  • Outubro 1998: cerca de 140 representantes de 65 países adoptam, em Montreal, os dois temas da Marcha: eliminação da pobreza no mundo e eliminação da violência sobre as mulheres. Estes temas são desdobrados em 17 reivindicações mundiais.
  • 1995-1996: constitui-se o movimento.
  • Maio – Junho 1995: por iniciativa da Federação das Mulheres do Québec (FMQ), cerca de 850 mulheres marcham durante dez dias através do Québec para reclamar medidas para eliminar a pobreza. A presença de mulheres do Sul sugere a duas mulheres do Québec a ideia de uma Marcha Mundial das Mulheres no ano 2000.
 

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