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Centro de Documentação e Arquivo Feminista Elina Guimarães

HISTÓRIA

O Centro, ainda em fase de instalação, teve origem:

  • na necessidade de tratar e dar a conhecer documentos históricos inéditos, pertencentes a associações e grupos de mulheres feministas que desenvolveram actividades no país e estabeleceram ligações internacionais, com especial destaque para os espólios da UMAR e do IDM (Informação, Documentação Mulheres), Cooperativa Editorial de Mulheres;
  • bem como na constatação do défice de centros de documentação e arquivo orientados para a pesquisa em Estudos sobre as Mulheres e do papel que as organizações de mulheres podem desempenhar neste âmbito, como tem sido reconhecido em vários países.

A sua denominação resulta da vontade das associadas da UMAR em prestar homenagem a Elina Guimarães [biografia], destacada jurista e feminista, do século passado, que desde muito jovem participou em congressos internacionais de mulheres e se interessou pela construção da memória histórica dos feminismos.

OBJECTIVOS

  • Colocar à disposição, de investigadoras e investigadores em Estudos sobre as Mulheres, documentos inéditos dos últimos 30 anos.
  • Abrir o Centro de Documentação a estudantes de diversos níveis de ensino que se interessem por esta área de estudos.
  • Estabelecer ligação informática a outros centros e bibliotecas nas universidades, na Comissão para a Igualdade de Género e na autarquia de Lisboa, dado que parte significativa das actividades desenvolvidas pelas associações se localizam nesta cidade.
  • Criar uma área destinada a Videoteca e Dvdteca Feminista.
  • Estabelecer ligações com outros centros semelhantes em outros países.

VISÃO DE FUTURO

  • Promover a actividade editorial na área dos Estudos Feministas.
  • Organizar eventos, entre os quais, palestras e workshops.
  • Criar um grupo de investigação, ligado ao Centro de Documentação, para reflectir sobre temáticas actuais dos feminismos e organizar debates.
  • Publicar documentos.
  • Angariar fundos que permitam aperfeiçoar o funcionamento do Centro, assim como, as condições de acessibilidade das/dos utentes.
  • Digitalizar parte do espólio e disponibilizá-lo no site.

ACERVO DOCUMENTAL

O espólio do Centro é constituído:

  • por um acervo de mais de trinta anos de existência da UMAR, ultrapassando as actividades da própria associação, fruto das suas parcerias com outras associações e grupos de mulheres, nomeadamente, o seu envolvimento na CNAC - Campanha Nacional pelo Aborto e Contracepção e resultado de um conjunto de projectos de intervenção social junto das mulheres no que concerne aos seus direitos sexuais e reprodutivos, ao combate à violência de género e à formação profissional de mulheres enquanto agentes de desenvolvimento local;
  • pelo espólio de outras organizações: IDM (Informação/Documentação Mulheres) e da Cooperativa Editorial de Mulheres, formadas em 1977 e 1978, bem como de pequenos arquivos pessoais que lhe têm sido doados.

São diversas as áreas e os temas disponíveis para consulta, dos quais destacamos: Feminismos, Situação das Mulheres, Direitos Humanos, Sexualidades, Violência, Prostituição, Tráfico de Mulheres, Pornografia, Famílias e Políticas Sociais, Maternidade e Paternidade, Participação Políticas, Pobreza e exclusão social, Arte, Trabalho, Géneros, Estereótipos e Sexismos, Mulheres e a Comunicação Social, Mulheres Migrantes e Refugiadas, Feminismos e Religiões, Formação e Educação para a Igualdade, Mulheres e Desporto, Legislação, Redes e Instituições.
Podem encontrar livros, recortes de imprensa, brochuras, revistas, vídeos e dvds.

COMO ACEDER AO ARQUIVO

O Centro de Documentação e Arquivo Feminista Elina Guimarães situa-se em Lisboa, sendo possível aceder-lhe por marcação através de e-mail.

ORGANIZAÇÃO RESPONSÁVEL

A entidade promotora é a UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta pela responsabilidade histórica que lhe assiste por ser uma associação com 30 anos de actividade, que sempre se preocupou em preservar a memória histórica dos feminismos em Portugal.

PARCERIAS

Universidade Aberta, Universidade Nova de Lisboa, Biblioteca Nacional, Comissão para a Igualdade de Género (antiga CIDM) em preparação