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Notícias e Comunicados

No sábado dia 12 de dezembro pelas 20h no restaurante Solar dos Bicos (ao lado da Casa dos Bicos) em Lisboa, vai realizar-se um jantar de abertura da comemoração dos 40 anos da UMAR.O preço por pessoa é de 15 euros (preço ...

A violência contra as Mulheres, em todas as suas formas, é uma violação grave dos direitos humanos das Mulheres. É, ainda hoje, dos crimes mais praticados em todo o mundo, com consequências devastadoras para a saúde, ...

Temos o prazer de informar V. Ex.ª que é intenção da UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta) promover os Percursos do Art'themis e a inauguração da exposição "My Art is Female" de Francesco Zavattari na ...

Exposição Percursos do Art´themisData: 30 de Outubro de 2015 a 18 de Novembro de 2015Local: Galeria Férrer Correia, Casa Municipal da Cultura de CoimbraOrganização: UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta- Projeto ...

nao assedio
EDITAL – UMAR PROJECT BYSTANDERS: DEVELOPING RESPONSES AMONG YOUNG PEOPLE
Entre o dia 30 de setembro de 2016 e o dia 11 de outubro de 2016 decorre o concurso para Técnica/o do Projeto PROJECT BYSTANDERS: DEVELOPING RESPONSES AMONG YOUNG PEOPLE (doravante designado BYSTANDERS) em regime de Contrato de Trabalho a Tempo Parcial e Termo Resolutivo Certo (com termo a 31 de agosto de 2018).

O Projeto Bystanders centra o seu foco de intervenção na comunidade escolar e educativa, enquanto espetadores/as de situações de assédio sexual, com o objetivo de formar jovens, docentes e outras/os trabalhadores/as na escola para responder ao assédio sexual, com vista à elaboração e aprovação de política educativa local de prevenção do assédio sexual em contexto escolar, como parte de uma política de prevenção primária da violência de género. O Projeto Bystanders pautar-se-á pela abordagem designada "whole school approach", ou seja, uma intervenção integrada.

Os principais critérios de seleção estabelecidos são os seguintes:
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29 de Setembro, 5.º Aniversário do Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR)
CCIF 2016 Lucida Bright

A UMAR realiza, no dia 29 de Setembro pelas 18h no CCIF/UMAR em Alcântara, Lisboa, um convívio onde também será apresentada a colecção bibliográfica infanto-juvenil feminista e inclusiva do Centro de Documentação da UMAR, prova de uma das prioridades da nossa associação feminista: a igualdade e a desconstrução de estereótipos de género na educação. A entrada é livre.

O Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR), em funcionamento desde Setembro de 2011, organizou imensas, variadas e participadas actividades culturais e de intervenção, que juntaram associadas, amigas/os, activistas, académicas/os e demais pessoas de vários quadrantes, de Portugal e do estrangeiro em torno dos feminismos.

Foram 5 anos de partilhas e de descobertas feitas em conjunto, a grande maioria de acesso livre, abertas a toda a população.

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Saudações feministas da UMAR
 
UMAR é parceira local do FEM TOUR TRUCK - Festival Internacional de Videoarte e Activismo Feminista
Fem Tour Truck 2

A UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta, parceira do festival internacional FEM TOUR TRUCK em Lisboa, convida à presença para uma mostra de filmes de cariz feminista a decorrer no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) no próximo Sábado, 24 de Setembro, entre as 20h e as 23h .

Esta mostra aborda problemáticas como a violência de género, problemas de identidade, estereótipos e corpos colonizados, dando ênfase na visibilização de uma mulher forte, empoderada, livre e dona de si mesma.
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Projeto Art'themis+ | Assinatura da carta de compromisso
assinatura carta 2

O projeto Art'themis irá ter continuidade no ano letivo 2016/2017 com novo nome. Agora o projeto intitula-se Art'themis+ e o programa de prevenção de violência de género nas escolas irá ser alargado ao distrito de Lisboa.

Foi assinada a carta de compromisso no dia 23 de Agosto de 2016, com a Senhora Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade de Género, Dra. Catarina Marcelino.

A UMAR agradece o apoio e o contributo da Dra. Catarina Marcelino para uma cidadania mais ativa e por acreditar que é fundamental o trabalho com crianças e jovens para a (re)construção de uma cultura mais igualitária e livre de violência.
 
40.º ANIVERSÁRIO DA UMAR (1976-2016) | 12 SET, 18h00 no CCIF/UMAR
UMAR 40 ANOS - 12 SET 2016

Na 2.ª feira, 12 de Setembro, a partir das 18h00, vamos estar juntas/os para comemorar os 40 anos da UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta com um encontro no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em Lisboa, Alcântara.
Durante o convívio será apresentado um pequeno vídeo da história da UMAR e será lançada a Agenda Feminista 2017, entre outras surpresas.
Agradecemos que confirmes a tua presença para o e-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
Saudações feministas da UMAR
 
O FEMINISMO EM PORTUGAL ESTÁ DE LUTO
maria isabel barrenoFaleceu, no dia 3 de Setembro, uma das mentes mais brilhantes do feminismo em Portugal – Maria Isabel Barreno.
A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta lamenta profundamente a sua morte e compromete-se a que lhe seja feita uma grande homenagem, que não foi possível fazer em vida.
Escritora, feminista, investigadora, autora de mais de 20 títulos e co-autora das Novas Cartas Portuguesas, Maria Isabel Barreno deixou-nos uma obra marcante, escrita ainda antes das Novas Cartas. Esse livro, infelizmente pouco conhecido, chama-se “A morte da mãe”.
Nada melhor do que colocar neste texto, as suas palavras escritas nesse livro, como forma de a recordar e de expressar o sentimento de enorme admiração que temos para com ela.

Querida Maria Isabel Barreno,
Obrigada pela obra que nos deixaste.
Obrigada pela tua enorme solidariedade feminista.
Até sempre!
A direção da UMAR

Do livro A morte da mãe, Lisboa, Editorial Caminho, 1989:
“As mulheres continuam ocultas. Já muito se tem falado sobre elas: as coisas mudaram, num sentido e numa quantidade que há dez ou quinze anos seria impensável. No entanto, a maioria do que se diz e empreende relativamente às mulheres fica ainda numa margem relativamente superficial: na margem da funcionalidade, do estreitamente económico; nas margens de um sistema social que não quer, profundamente alterar-se”. (p.11)
“Explicaram-me primeiro que as mulheres têm ficado quase sempre em casa fazendo filhos e tricot; explicaram-me depois, com a grande paciência com que sempre fui tratada, que, quando se dizia homem, as palavras deviam ser vistas com maiúsculas, Homem, e que se pretendia com isso significar o ser humano, e todas as importantes coisas com ele relacionadas.
Mas, porque ficaram as mulheres em casa? E porque desapareceram elas nessa sombra linguística? Perguntei várias vezes sem que me tivessem dado resposta.
Crescida, adulta, o meu filho, pequeno perguntou-me: “Mãe é verdade que os homens fazem tudo?” A História dos homens está nos livros; mas a história das mulheres só é decifrável ao longo da cada vida”. (p.18)
 
Dia Mundial contra o tráfico de pessoas
TSH

Hoje comemora-se, pelo terceiro ano, o dia Mundial Contra o Tráfico de Seres Humanos (TSH).

Em 2015, e de acordo com os dados do Observatório do Tráfico de Seres Humanos, foram sinalizadas, em Portugal, 135 presumíveis vítimas de TSH, e, no estrangeiro, 58 presumíveis vítimas de TSH de cidadania portuguesa. Relativamente às (presumíveis) vítimas sinalizadas em Portugal verifica-se, tal como vem acontecendo nos últimos anos, uma "clara representatividade de registos de tráfico para fins de exploração laboral" (www.otsh.mai.gov.pt).

Em 2016, em Portugal, e por iniciativa do Bloco de Esquerda, foi dado mais um passo no combate a esta forma de violação dos direitos humanos com a recente aprovação, na Assembleia da República, do diploma sobre o combate ao trabalho forçado e outras formas de exploração laboral.

A UMAR saúda esta iniciativa, pois só assim é possível responsabilizar e penalizar toda a cadeia de contratação e subcontratação acabando-se com a impunidade que tem imperado em Portugal, em relação, por exemplo, aos proprietários de explorações agrícolas.

A UMAR integra várias redes regionais, nacionais e europeias contra o tráfico de seres humanos e em 2016, tal como na década de 70 do século passado, altura em que lançou um manifesto contra o tráfico de mulheres, e, promoveu uma concentração na Praça da Batalha/Porto, mantém o seu compromisso na luta contra o tráfico de seres humanos.
 
Seminário - Projecto Memórias e Feminismos
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A UMAR tem o prazer de contar com a tua presença na sessão do seu projecto "Memória e Feminismos", financiado pela CIG, na qual será lançado o livro "Os Lugares e os Saberes nas Margens do Porto", resultante da recolha de histórias de vida de mulheres deste distrito.

O lançamento decorrerá no Sábado, dia 23 de Julho no Porto, no Espaço Atmosfera M às 14h30. Contará com as participações de:

- Maria José Araújo, Professora universitária
- Maria José Magalhães, Presidente da UMAR
- Manuela Tavares, Investigadora do CIEG
- Manuel Albano, Director de Serviços da Delegação Regional Norte da CIG
- Teresa Sales, Coordenadora do Projecto Memória e Feminismos

Entrada Livre!
 
Justiça Social e Diálogo Cultural na Intervenção Contra a Violência
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O Projeto CEINAV organiza, nos dias 29 e 30 de junho, o Evento Final "Justiça Social e Diálogo Cultural na Intervenção Contra a Violência" que terá lugar na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, no Auditório 2B. Este seminário pretende constituir-se como um momento de reflexão acerca dos resultados do Projeto, reunindo investigadores/as, profissionais, vítimas/sobreviventes e ativistas que, de uma forma ou de outra, se encontram ligados às três formas de violência em estudo pelo CEINAV: violência doméstica contra as mulheres, abuso físico e negligência contra as crianças e tráfico de seres humanos para exploração sexual. As inscrições devem de ser realizadas através deste link: https://goo.gl/DSzYru
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Ana Vilma a quem o Tribunal de Cascais retirou as suas filhas para entregar ao pai agressor continua em greve de fome
6ª Feira, a partir das 9h junto à Assembleia da República manifesta a tua solidariedade junto desta mãe desesperada

Ana Vilma Maximiano, auxiliar de acção educativa, foi vítima de violência conjugal e o agressor que chegou a provocar-lhe um traumatismo craniano foi condenado a três anos de pena suspensa e ao uso de pulseira electrónica.

No dia 7 de dezembro de 2015, por indicação das técnicas da segurança social, o Tribunal de Cascais retirou-lhe as três filhas de 2, 3 e 5 anos para as entregar à guarda do pai agressor, por um período de 6 meses, custódia renovada na semana passada pelo mesmo tribunal. Desde que lhe foram retiradas que Ana Vilma nunca mais viu as três filhas.
Infelizmente este não é um caso único e este tipo de atuação começa a fazer caminho na magistratura portuguesa. Várias associações, entre as quais a UMAR, têm manifestado o seu desacordo, indignação e repúdio por essas decisões.

Lamentamos a manutenção de um quadro legal que legitima, porque nele se fundamentam, as decisões que revitimizam as mulheres e o negar que a violência que contra estas exercida em nada afecta as crianças que a testemunham. Esse mesmo que permite concluir, sem dúvida, que um pai agressor é, um bom pai.

Ana Vilma decidiu iniciar um protesto com greve de fome junto do Tribunal de Cascais, do Conselho Superior de Magistratura e estará na 6ª feira a partir das 9h junto à Assembleia da República.

Os direitos de Ana Vilma Maximiano, enquanto cidadã e mulher têm vindo a ser violados.

A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta apela às mulheres para estarem na próxima 6ª feira, dia 24 de junho, a partir das 9h, junto a Ana Vilma em solidariedade com o seu protesto.

Lisboa, 23 de junho de 2016
 
Encontro Feminista "A caminho dos 40 anos" da UMAR
foto 1 encontro Oeiras

Realizou-se no fim de semana de 10 a 12 de Junho, em Oeiras,um encontro de associadas da UMAR, da qual saíram as seguintes conclusões:

PRINCIPAIS CONCLUSÕES RESULTANTES DA REFLEXÃO REALIZADA NO ENCONTRO FEMINISTA DE OEIRAS
11 e 12 de junho de 2016

1ª parte – A nossa identidade como associação feminista
- A UMAR reclama-se de um feminismo comprometido com a mudança social.

- As diversas fases na vida da associação foram sempre marcadas pela conjuntura política e pela ligação de base às mulheres. Foi a expressão da realidade concreta vivida pelas mulheres que traçou os principais eixos da intervenção da UMAR.

- As alianças com outras associações, com outros movimentos sociais e políticos, com a academia e com mulheres de diversas sensibilidades foram também marcos na história da UMAR que permitiram influenciar a agenda política. Alguns exemplos importantes de intervenção onde a acção conjunta desencadeada pela UMAR foi muito importante: luta pela despenalização do aborto, Congresso Feminista 2008, Marcha Mundial de Mulheres, Grupo de Apoio às Mulheres Imigrantes (GAMI), entre muitos outros.
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