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Notícias e Comunicados

No sábado dia 12 de dezembro pelas 20h no restaurante Solar dos Bicos (ao lado da Casa dos Bicos) em Lisboa, vai realizar-se um jantar de abertura da comemoração dos 40 anos da UMAR.O preço por pessoa é de 15 euros (preço ...

A violência contra as Mulheres, em todas as suas formas, é uma violação grave dos direitos humanos das Mulheres. É, ainda hoje, dos crimes mais praticados em todo o mundo, com consequências devastadoras para a saúde, ...

Temos o prazer de informar V. Ex.ª que é intenção da UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta) promover os Percursos do Art'themis e a inauguração da exposição "My Art is Female" de Francesco Zavattari na ...

Exposição Percursos do Art´themisData: 30 de Outubro de 2015 a 18 de Novembro de 2015Local: Galeria Férrer Correia, Casa Municipal da Cultura de CoimbraOrganização: UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta- Projeto ...

nao assedio
Ana Vilma a quem o Tribunal de Cascais retirou as suas filhas para entregar ao pai agressor continua em greve de fome
6ª Feira, a partir das 9h junto à Assembleia da República manifesta a tua solidariedade junto desta mãe desesperada

Ana Vilma Maximiano, auxiliar de acção educativa, foi vítima de violência conjugal e o agressor que chegou a provocar-lhe um traumatismo craniano foi condenado a três anos de pena suspensa e ao uso de pulseira electrónica.

No dia 7 de dezembro de 2015, por indicação das técnicas da segurança social, o Tribunal de Cascais retirou-lhe as três filhas de 2, 3 e 5 anos para as entregar à guarda do pai agressor, por um período de 6 meses, custódia renovada na semana passada pelo mesmo tribunal. Desde que lhe foram retiradas que Ana Vilma nunca mais viu as três filhas.
Infelizmente este não é um caso único e este tipo de atuação começa a fazer caminho na magistratura portuguesa. Várias associações, entre as quais a UMAR, têm manifestado o seu desacordo, indignação e repúdio por essas decisões.

Lamentamos a manutenção de um quadro legal que legitima, porque nele se fundamentam, as decisões que revitimizam as mulheres e o negar que a violência que contra estas exercida em nada afecta as crianças que a testemunham. Esse mesmo que permite concluir, sem dúvida, que um pai agressor é, um bom pai.

Ana Vilma decidiu iniciar um protesto com greve de fome junto do Tribunal de Cascais, do Conselho Superior de Magistratura e estará na 6ª feira a partir das 9h junto à Assembleia da República.

Os direitos de Ana Vilma Maximiano, enquanto cidadã e mulher têm vindo a ser violados.

A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta apela às mulheres para estarem na próxima 6ª feira, dia 24 de junho, a partir das 9h, junto a Ana Vilma em solidariedade com o seu protesto.

Lisboa, 23 de junho de 2016
 
Encontro Feminista "A caminho dos 40 anos" da UMAR
foto 1 encontro Oeiras

Realizou-se no fim de semana de 10 a 12 de Junho, em Oeiras,um encontro de associadas da UMAR, da qual saíram as seguintes conclusões:

PRINCIPAIS CONCLUSÕES RESULTANTES DA REFLEXÃO REALIZADA NO ENCONTRO FEMINISTA DE OEIRAS
11 e 12 de junho de 2016

1ª parte – A nossa identidade como associação feminista
- A UMAR reclama-se de um feminismo comprometido com a mudança social.

- As diversas fases na vida da associação foram sempre marcadas pela conjuntura política e pela ligação de base às mulheres. Foi a expressão da realidade concreta vivida pelas mulheres que traçou os principais eixos da intervenção da UMAR.

- As alianças com outras associações, com outros movimentos sociais e políticos, com a academia e com mulheres de diversas sensibilidades foram também marcos na história da UMAR que permitiram influenciar a agenda política. Alguns exemplos importantes de intervenção onde a acção conjunta desencadeada pela UMAR foi muito importante: luta pela despenalização do aborto, Congresso Feminista 2008, Marcha Mundial de Mulheres, Grupo de Apoio às Mulheres Imigrantes (GAMI), entre muitos outros.
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COMUNICADO DA UMAR “PRECONCEITO E ÓDIO”
Face ao chocante atentado homofóbico que vitimou dezenas de vítimas mortais na cidade norte-americana de Orlando, a Direcção da UMAR publica este comunicado em denúncia feminista das várias facetas deste acto de terror, expressando toda a solidariedade com todas as vítimas de preconceito e de ódio. Afirma também a importância e que a UMAR sairá à rua para expressar a sua indignação nas várias iniciativas que se realizarão em Portugal, nomeadamente durante esta semana em Lisboa, contra a LGBTQIfobia.

pdfComunicado »»
 
LISBOA, DIAS 15, 16 e 18 de JUNHO
Participação da UMAR em iniciativas LGBTQI, contra a Precariedade Laboral e em Defesa da Escola Pública

Estamos no começo de uma semana que se perspectiva bastante intensa e combativa a várias lutas com as quais a UMAR está há muito tempo, socialmente comprometida: luta LGBTQI, luta contra a precariedade laboral e defesa da escola pública.

Desta forma, informamos das iniciativas às quais a UMAR co-organiza ou aderiu e em que participaremos, pois todas elas contribuem para um reafirmar de direitos indispensáveis a um mundo mais justo, livre, democrático e feminista.

Próximas iniciativas que a UMAR co-organizará e/ou participará:

sessao debate

QUA, 15 de Junho, 18h30 // Sessão da Universidade Feminista "Feminismos, Movimento LGBT e​ ​Activismo Queer"
Local: Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em Alcântara
Participações de: Alice Cunha (Lóbula); Alexa Santos (Queering Style); Ana Cristina Santos (CES - Universidade de Coimbra) e Isabel F. Advirta (ILGA Portugal).
Moderação: Luísa Rego
Entrada livre, com inscrição para: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

por todas elas

QUA, 15 de Junho, 21h00 // Vigília "Unite for Orlando"
Local: Praça da Figueira, em homenagem às vítimas do massacre homofóbico de Orlando, EUA
Organização: Por Todas Elas

precariedade manif

QUI, 16 de Junho, 18h00 // Manifestação contra a Precariedade
Local de concentração: Cais do Sodré em direcção a São Bento.
Organização: Setc - Sindicato dos Estivadores, com o apoio de várias entidades

defesa escola pub

SÁB, 18 de Junho, 14h30 // Manifestação "Pela Defesa da Escola Pública"
Local: Parque Eduardo VII
Organização: Em Defesa da Escola Pública

17 marcha lgbt

SÁB, 18 de Junho, 17h00 // 17.ª Marcha do Orgulho LGBT
Local de concentração: Príncipe Real
Co-organização: UMAR e mais 20 entidades.
 
Posição da UMAR sobre os recentes acontecimentos na televisão portuguesa.
Sobre os recentes casos ocorridos na televisão portuguesa, nos programas "A Vida Nas Cartas – o Dilema" exibido na SIC a 2 de Junho e no Programa "Love on Top", exibido na TVI no dia 4 de Junho, a direcção da UMAR vem mostrar a sua revolta e profunda indignação na forma como profissionais de televisão dos referidos programas abordaram a questão da violência nas relações de intimidade às mulheres que no momento se mostraram ser alvo de violência doméstica. Isto é inaceitável, pois a violência doméstica é crime público desde o ano 2000!

Nos últimos 12 anos, e segundo os dados do OMA - Observatório das Mulheres Assassinadas da UMAR já foram mortas mais de 400 mulheres às mãos de maridos, namorados, ex-maridos e ex-namorados.
A violência doméstica, assim como a violência no Namoro, existe e é Crime, e tem que ser combatida, em união, por todas e todos, reagindo e denunciando junto das entidades competentes.

pdfLer comunicado em anexo.
 
Por TODAS ELAS | Concentrações em Lisboa, Porto e Coimbra contra a cultura da violação | 1 de Junho às 17h00
33 todas

No dia 1 de Junho, várias concentrações realizar-se-ão no Brasil e em Portugal em protesto contra a cultura da violação. A UMAR juntar-se-á a estes protestos em Lisboa, Porto e Coimbra, para dizer basta às agressões sexistas que as mulheres sofrem no seu dia-a-dia e em sororidade com a jovem de 16 anos que sofreu uma violação colectiva por mais de 30 homens no Rio de Janeiro."Não, não dói no útero. Dói na alma" foram as palavras desta jovem. Por isso, vamos LUTAR juntas e GRITAR juntas. JUNTAS contra a impunidade. Essa dor é nossa!

LISBOA, 1 Junho, 17h00 | Praça do Rossio // https://www.facebook.com/events/1761356960763312/
PORTO, 1 de Junho, 17h00 | Avenida dos Aliados // https://www.facebook.com/events/139459536467423/
COIMBRA, 1 de Junho, 17h00 | Praça 8 de Maio // https://www.facebook.com/events/1612493032401878/
 
TER, 24 Maio, 18h30 // Sessão Género e Comunicação no CCIF/UMAR
genero comunicacao

Na próxima 3.ª feira, 24 de Maio pelas 18h30, terá lugar em Lisboa no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) mais uma sessão da Universidade Feminista, dedicada ao género e à comunicação. O evento contará com a participação de Diana Andringa, Rosângela Ferreira Borges e de Silvana Mota Ribeiro. A moderação estará a cargo de Carla Cerqueira.

Entrada livre, com inscrição prévia para: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
 
"A Violência no Namoro não tem perdão!"
Revista Visão em parceria com a Secretaria de Estado para a Cidadania e Igualdade, lançou em Maio a campanha "A Violência no Namoro não tem perdão!" com dados do último estudo da UMAR sobre violência no namoro.

Segundo dados da UMAR, um em cada quatro jovens acredita que a violência no namoro é normal. 9% dos jovens já foram vítimas de violência psicológica, 5% já foram vítimas de violência física e 5% já foram vítimas de violência sexual.

Ver notícia e vídeo aqui »»
 
Oficina Teatro da Oprimida Arco-íris do desejo
teatro oprimido oficina

No próximo fim-de-semana, dias 14 e 15 de Maio, haverá no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em Alcântara, Lisboa, uma oficina de Teatro da Oprimida, promovida pela Marcha Mundial das Mulheres Portugal, à qual a UMAR pertence.

A facilitadora é Luciana Talamonti, que já fez Teatro das Oprimidas numa prisão argentina, na Palestina (com refugiadas, mulheres vítimas de violência etc.), com italianas e migrantes na Casa delle Donne de Modena. Participa na rede internacional Madalenas.

A oficina é gratuita com OFERTA LIVRE para a facilitadora.

Durará 2 dias, dias 14 e 15 de MAIO, 8 horas cada, e poderá terminar com uma acção pública colectiva.

Inscrições para: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
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A UMAR no 1.º de Maio 2016 | Ponto de Encontro Feminista | Lisboa e Funchal
1maio2016

No Domingo, 1.º de Maio, a UMAR estará, como sempre, na rua em defesa dos direitos das trabalhadoras, contra a precariedade, desemprego, discriminação e violência laboral, como o assédio sexual.

Este ano em Lisboa, a UMAR está integrada na Precfest juntamente com outras associações e colectivos.

A partir das 11h00, estaremos com uma banca da UMAR no Largo do Intendente.

Às 15h00, juntar-nos-emos no Largo do Intendente à manifestação do 1.º de Maio, seguindo até à Alameda.

No Funchal, a UMAR Madeira estará na manifestação da USAM – União dos Sindicatos da Região Autónoma da Madeira. O Ponto de Encontro é às 18h00 junto à Assembleia Regional.


Junta-te a nós, porque IMPOSSÍVEL É O TRABALHO PRECÁRIO!
PRECÁRIAS NOS QUEREM, REBELDES NOS TERÃO!
Saudações feministas da UMAR
 
Des(a)fiar Violência Sexual - Lançamento da Zine - 28 ABRIL | 18H | Casa da Esquina - Coimbra
Cartaz DesafiarConvite da UMAR Coimbra para o evento de Lançamento da Zine - Des(a)fiar a Violência Sexual, no dia 28 de Abril às 18h na Casa da Esquina, em Coimbra.

Esta zine resulta de um trabalho coletivo das várias mulheres que se juntaram às Conversas de Cordel: des(a)fiando a violência sexual e o assédio sexual no contexto universitário, projeto que se insere na Semana Cultural da Universidade de Coimbra.

Neste(s) encontro(s) a violência sexual foi falada, discutida, por quem passa por ela, por quem a ela resiste, diariamente, desde (muito) cedo na vida. Quisemos, por um lado, possibilitar a construção e partilha de um espaço seguro, de confiança e, por outro, de reflexão e ação.

Juntas desafiamos as representações tradicionais de género e o sistema de valores patriarcal, criamos novas formas de subjectividade focadas na ação e na justiça social. Este é um processo que, sendo colectivo e feminista, fomenta a circulação e a produção de conhecimentos igualitários e é, por isso, um processo empoderador.

Organização: UMAR Coimbra com o apoio da República Rosa Luxemburgo, da República das Marias do Loureiro e da Casa da Esquina.
 
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