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Notícias e Comunicados

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

No sábado dia 12 de dezembro pelas 20h no restaurante Solar dos Bicos (ao lado da Casa dos Bicos) em Lisboa, vai realizar-se um jantar de abertura da comemoração dos 40 anos da UMAR.O preço por pessoa é de 15 euros (preço ...

nao assedio
HOMENAGEM "UMA ÁRVORE ERGUIDA POR CADA MULHER CAÍDA" EM S. PEDRO DO SUL | 10 DE DEZEMBRO
2017 Dez HOMENAGEM MULHERES cartaz1No próximo domingo, dia 10 de dezembro, pelas 16h30, na Ecopista, o Município em parceria com a UMAR (União das Mulheres Alternativa e Resposta) vai descerrar uma placa de homenagem às mulheres assassinadas por violência doméstica em 2017, no âmbito da iniciativa "Uma árvore erguida por cada mulher caída".

Após a plantação simbólica realizada no dia 29 de novembro, na Praça da Liberdade, no Porto, as 18 árvores erguidas em nome das 18 mulheres vítimas de violência de género, foram transportadas para S. Pedro do Sul e plantadas na Ecopista, junto à Ponte do Pego.

O Município convida a população a participar nesta iniciativa e congratula-se por estabelecer esta parceria com a UMAR, que homenageia as 18 mulheres assassinadas este ano em Portugal, uma realidade que todos os dias deve ser lembrada, alertando toda a comunidade para a defesa dos Direitos Humanos das mulheres e raparigas como sendo universais e intransmissíveis.
 
Lançamento do Livro - Prevenir a violência construir a igualdade
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Direitos Humanos - Panenamento com igualdade - Homenagem da UMAR
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Comunicado de Imprensa - Relatório preliminar do OMA
A UMAR apresenta o Relatório preliminar do OMA – Observatório de Mulheres Assassinadas, com a síntese dos dados sobre femicídio e tentativas de femicídio ocorridos em Portugal, e noticiadas na imprensa de 1 de Janeiro a 20 de Novembro de 2017 contabilizando neste período um total de: 18 femicídios e 23 tentativas de femicídio.

Realçamos que até à presente data, o OMA regista a menor número de incidência anual de femicídios em Portugal. Efetivamente ao longo de 14 anos de relatórios do OMA é o primeiro ano que este Observatório registou 18 assassinatos de mulheres em relações de intimidade e familiares próximos e 23 femicídios na forma tentada.
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OMA – Observatório de Mulheres Assassinadas da UMAR

Relatório preliminar (01 de Janeiro a 20 de Novembro de 2017)


A União de Mulheres Alternativa e Resposta – UMAR, dando continuidade ao trabalho que desenvolve no âmbito do Observatório de Mulheres Assassinadas – OMA que tem como fonte a imprensa nacional, apresenta dados sobre femicídio consumado e tentado noticiados, entre 01 de Janeiro a 20 de Novembro de 2017.

Começamos por realçar que até à presente data, o OMA regista a menor número de incidência anual de femicídios em Portugal. Efetivamente ao longo de 14 anos de relatórios do OMA é o primeiro ano que este Observatório registou 18 assassinatos de mulheres em relações de intimidade e familiares próximos.

Se, durante os primeiros 11 anos de relatórios do OMA, assistimos a uma oscilação ao nível da ocorrência de femicídios, verificamos, no entanto, uma diminuição da sua incidência nos últimos três anos, surgindo agora 2017 com um valor nunca antes registado pelo OMA (18 femicídios).

Se bem que este resultado seja ainda insuficiente para que possamos falar de uma tendência, esta diminuição é de congratular.

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UMAR CONDENA decisão do Tribunal da Relação do Porto, APELANDO AO PROTESTO

6ª feira, 27 OUT, 18h | Praça da Figueira - Lisboa


A UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta viu a decisão do Tribunal de Felgueiras, agora confirmada pelo Tribunal da Relação do Porto com bastante perplexidade e revolta.

A fundamentação e a decisão tida pelo coletivo de juízes/as atenta contra os direitos, liberdades e garantias da(s) vítima(s) e, particularmente, contra a dignidade da pessoa humana.

Consideramos inadmissível que depois de tantas evoluções legislativas e de recomendações nacionais e internacionais - de onde se destaca a Convenção de Istambul - ainda se continue a legitimar a violência doméstica e a violência contra as mulheres.

Para além disso, a evocação à Bíblia ou a outros documentos religiosos não se coadunam com o Estado de Direito em que vivemos, descredibilizando as normas jurídicas impostas. Respeitamos a liberdade religiosa de cada um/a mas tal não é justificativa para se sobrepor ao ordenamento jurídico português.

A violência doméstica é crime e, como tal, a UMAR condena esta decisão do Tribunal da Relação do Porto.
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Seminário: Convenção do Conselho da Europa para a Prevenção e o Combate à Violência contra as Mulheres e a Violência Doméstica (Convenção de Istambul) 24 de Novembro de 2017 – Auditório do CIUL
No âmbito do IPMPCVDVG da cidade de Lisboa, a UMAR, a C.M. Lisboa, em parceria com as entidades que o coordenam, promovem um Seminário sobre a Convenção de Istambul. O Seminário terá lugar no auditório do Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL), no próximo dia 24 de Novembro.

Inscrições esgotadas

Esta iniciativa enquadrada no assinalar do dia 25 de Novembro, Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, tem por objectivos:

· Potenciar o conhecimento sobre a Convenção de Istambul e avaliação da sua implementação;

· Conhecer da prevalência da violência doméstica e de género na cidade de Lisboa;

· Facilitar conhecimento e debate em torno de outras formas de violência contra as mulheres inscritas na Convenção de Istambul; e,

· Contribuir para a reflexão sobre os impactos da Convenção de Istambul nas estratégias políticas, legislativas e medidas de prevenção, apoio e combate à violência contra as mulheres e a violência doméstica.
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DOM, 15 OUT no CCIF/UMAR | 1º Encontro Nacional de Formadoras/es
encontro formadores 2017

A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta obteve a sua acreditação como entidade formadora em 2009 e a certificação em 2016.

Contudo, o seu percurso e experiência de formação remontam à década de 1990.

A área da formação tem merecido a melhor atenção e tornou-se um grupo de trabalho específico: o FORUMAR, grupo formado por uma equipa pedagógica e uma estratégia formativa empenhada no crescimento dos/as profissionais envolvidos/as e na disseminação de conhecimento.

Desenvolvido no seio de uma associação feminista este grupo é dotado de metodologias próprias e a sua missão é capacitar públicos variados para uma resposta concertada e eficaz na promoção da igualdade de género e prevenção e combate à violência de género, assim como outras discriminações.

A Bolsa formativa do FORUMAR integra um conjunto de formadoras/es especializadas/os capazes de uma resposta diferenciada e de qualidade.

No 1.º Encontro Nacional de Formadoras/es da UMAR, a decorrer no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) no Domingo, 15 de Outubro das 10h00 às 17h00, queremos contar com a sua presença e contribuição para enriquecer o nosso plano estratégico futuro.
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A UMAR apoia e divulga esta iniciativa.
convite web Maria Lamas 1
 
EM TEMPOS DE ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS CARTA ABERTA AOS PARTIDOS POLÍTICOS
As autarquias locais são os órgãos do poder político com maior proximidade às pessoas.

As mulheres vivem grande parte dos seus quotidianos numa relação de proximidade com as realidades locais. Das respostas que existem ou não nos contextos sociais, culturais, económicos de cada autarquia, também depende a sua qualidade de vida.

A Igualdade de Género não é uma expressão vã.
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Kate Millett (1934-2017) Teórica e activista feminista radical deixou-nos! Mas o seu legado permanece actual
Kate MillettUma das principais teóricas do feminismo radical faleceu no passado dia 6 de setembro em Paris com 83 anos.
A ela se deve o principal lema das feministas de segunda vaga: o pessoal é político. Introduziu o conceito feminista de Patriarcado, considerando que a as relações entre os sexos sempre se basearam na dominação masculina e que esta fazia parte da ideologia dominante. O seu livro Sexual Politics de 1970, baseado na sua tese de doutoramento na Universidade de Oxford é uma leitura imprescindível para se compreender o feminismo de segunda vaga.
Algumas das suas obras, como a edição portuguesa de Sexual Politics, podem ser consultadas gratuitamente no Centro de Documentação e Arquivo Feminista da UMAR, em Lisboa.

A UMAR lamenta profundamente o seu falecimento e tudo fará para preservar a memória histórica de Kate Millett.

Lisboa, 7 de Setembro de 2017
A direcção da UMAR
 
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