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Notícias e Comunicados

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

No sábado dia 12 de dezembro pelas 20h no restaurante Solar dos Bicos (ao lado da Casa dos Bicos) em Lisboa, vai realizar-se um jantar de abertura da comemoração dos 40 anos da UMAR.O preço por pessoa é de 15 euros (preço ...

nao assedio
Observatório de Mulheres Assassinadas - Dados preliminares 2020
Entre 1 de janeiro e 15 de novembro de 2020 foram 16 as mulheres vítimas de femicídio em contexto de relações de intimidade, e 14 as mulheres assassinadas noutros contextos (nomeadamente na sequência de desavenças por questões financeiras, conflitos com vizinhança ou na sequência de assaltos).

No que diz respeito às tentativas, contabilizaram-se, até agora em 2020, 43 tentativas de femicídios nas relações de intimidade e 6 tentativas de assassinato noutros contextos.

pdfInfografia dados preliminares 2020 »»
 
INACEITÁVEL A SITUAÇÃO VIVIDA PELAS RECLUSAS DE TIRES
COMUNICADO DE IMPRENSA DA UMAR

A situação na prisão de Tires, com 128 reclusas, seis guardas e uma enfermeira infetadas com COVID-19, veio mostrar existir grave negligência das autoridades prisionais neste estabelecimento.

Falharam as medidas de prevenção à COVID-19 e, em particular, faltaram produtos de higienização das celas, assim como itens de higiene íntima.

Para agravar esta situação, as autoridades prisionais tomaram medidas inaceitáveis, como atrasos no fornecimento de refeições, recusas de acesso de advogados/as às detidas e isolamentos de 22 horas nas celas, em clara violação dos direitos destas mulheres.

Este desrespeito pelo direito à saúde das detidas estendeu-se, no dia 6 de novembro, à decisão judicial que enviou para a prisão de Tires 3 mulheres, uma delas grávida, com elevado risco de serem contaminadas, dado o surto de COVID-19 existente neste estabelecimento prisional.

É lamentável o silêncio do Ministério da Justiça e do Ministério da Saúde, perante este surto de COVID-19 em Tires.

A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta exige que sejam apuradas as responsabilidades das autoridades prisionais, que sejam repostos os direitos das detidas e que sejam garantidos o acesso aos protocolos de higienização pessoal e das celas, refeições a tempo e horas, medicamentos e suplementos vitamínicos às grávidas e repostos os direitos de contacto com advogados/as.

É inaceitável o que se tem vindo a passar com as reclusas de Tires, com contornos de desrespeito pelos direitos humanos. As mulheres que vivem naquele estabelecimento prisional são seres humanos, cuja garantia de acesso às condições de saúde tem de ser assegurada pelas autoridades competentes.

Comunicado aprovado em Assembleia Geral da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta de 8 de novembro de 2020.
 
Diagnóstico Social pela Igualdade de Género em Santa Cruz / Madeira
Santacruz

O diagnóstico social pela igualdade de género no concelho de Santa Cruz foi elaborado pela UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta com o apoio da Câmara Municipal de Santa Cruz, na Região Autónoma da Madeira.

A recolha dos questionários, alguns em papel e a maioria através dum formulário online, decorreu entre setembro de 2019 e janeiro de 2020, seguida do tratamento dos dados estatísticos e elaboração do relatório. Ao todo, participaram 535 pessoas do concelho de Santa Cruz, das quais 395 são mulheres e 140 homens, havendo uma maior recetividade por parte das mulheres.

Este estudo possibilitou a realização de um retrato sociológico da situação comparada entre mulheres e homens no concelho de Santa Cruz, permitindo identificar e mapear situações de desigualdades sociais e de género. Através das conclusões, será possível produzir planos, políticas sociais e medidas para a progressiva eliminação das desigualdades entre mulheres e homens.

O diagnóstico foi realizado antes da pandemia COVID-19, sendo necessário mencionar que muitas das situações de desigualdade de género, assim como de desigualdade social e económica se têm agravado no decurso da mesma. Futuramente é imperativo auscultar a população para perceber quais as categorias mais afetadas e ajustar a intervenção e políticas sociais às necessidades das mulheres e homens de Santa Cruz.
 
 
NOTA DE REPÚDIO - PROFESSORES COMO ESTE NÃO PODEM LECCIONAR NEM ELABORAR PROGRAMAS CURRICULARES
A UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta repudia e denuncia os conteúdos da unidade curricular "Direito Processual Penal III" da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, pelo uso de expressões como "tribo vítima: a mulher", "tribo aliadas: LGBT", "tribo bode expiatório: o homem branco cristão e heterossexual", "violência doméstica como disciplina doméstica", "aproveitamento do género feminino: em especial o paradoxo do feminismo marxista" e "o extermínio das tribos bode expiatório do iluminismo (os cristãos) e dos socialismos de género e identitário (os homens brancos heterossexuais)".

Acresce ainda que o Professor autor do programa citado está a ser julgado por crime de violência doméstica e que tem proferido, em tribunal, expressões de promoção de ódio contra as feministas, tais como: "Morte a todos os feministas" e "Morte à escolha de professoras feministas para as entrevistas de admissão ao CEJ".

Após a remoção do programa do site da universidade para debate interno, a UMAR apela a que a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e a sua Direção tenham em consideração o caráter misógino, machista e xenófobo do mesmo e procedam à sua restruturação. No ensino superior não pode haver espaço para discursos de ódio! Não se pode permitir que a base científica dos programas curriculares seja deturpada por perceções pessoais fora dos contextos atuais e das próprias leis constitucionais que consagram direitos inalienáveis."
 
44 anos da UMAR - Com a Memória se constrói o Futuro
Sempre assumimos o nosso passado e sentimos orgulho em ter nascido das lutas das mulheres nos períodos revolucionários após o 25 de abril.

Porque foi aí que a esperança de mudança nas nossas vidas foi mais forte.

Não nascemos como uma associação feminista, porque pouco sabíamos da história dos feminismos, nem dos seus diversos contornos, tal tinha sido o obscurantismo de 48 anos de ditadura fascista, onde o feminismo de primeira vaga tinha ficado diluído na luta antifascista.

Por isso, o nosso nome era União de Mulheres Antifascistas e Revolucionárias.

O nosso logo teve a mão de uma artista feminista brasileira, falecida há pouco tempo, que pertencia à ala revolucionária e comunista das lutas no Brasil no tempo dos Generais: Tereza Costa Rego.

As nossas lutas faziam parte dos quotidianos das mulheres nos bairros pelo direito à habitação, nas fábricas pelo emprego com direitos, nas escolas pelo direito à igualdade, nas herdades ocupadas no Alentejo pelo direito à participação em igualdade com os homens, na saúde pela contraceção e aborto seguro.
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Webinário do 44.º Aniversário da UMAR: Com a Memória se constrói o Futuro

webinar

No Sábado, 12 de Setembro de 2020, a UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta completará 44 anos. Assinalaremos este aniversário, com a organização no dia 12 de Setembro às 16h00, do Webinário "UMAR 44 Anos de Vida. Com a Memória se constrói o Futuro" na plataforma Zoom. Será um especial momento de encontro, homenagem e de reflexão.

Este evento online é de livre acesso, aqui: https://zoom.us/j/91541280818, ID da reunião: 915 4128 0818

PROGRAMA DO WEBINÁRIO:

Vídeo sobre a história da UMAR

Intervenções:

» Maria José Magalhães, Presidente da UMAR

» Frederica D'Armada, Ilda Afonso e Teresa Sales s/ ANA PAULA CANOTILHO;
» Idalina Rodrigues, Jorgete Teixeira e Manuela Tavares s/ CONCEIÇÃO PEREIRA;
» Adriana Gomes, Francisca Ferreira e Manuela Tavares s/ MARIA DO CARMO BICA;
» Carolina Moreira, Janica Lopes, Joana Ralão, Sara Anselmo, Tatiana Mendes

Intervenções das convidadas:

» Anália Torres (co-fundadora da UMAR);
» Luzia Oca (Galiza), apresentada por Maria Dovigo;
» Idalina Freire (Cabo Verde/OMCV), apresentada por Joana Sales

Momento musical:

» Adriana Gomes

Moderação: Ana Guerreiro

 
Femicídios em Portugal durante a pandemia COVID 19
Considerando o período pandémico que vivemos, e o enorme impacto que sabemos ter na vivência das mulheres vítimas de violência doméstica, o Observatório das Mulheres Assassinadas analisou separadamente os femicídios durante o período de confinamento. Assim, no relatório "Femicídios em Portugal durante a pandemia COVID 19", analisaram-se os dados de femicídios, tentativas de femicídios e ameaças de morte publicadas nos media entre os meses de março e maio 2020. Este relatório está disponível em Português e Inglês.

pdfFemicídios em Portugal durante a pandemia COVID-19 »»

pdfFemicide in Portugal during the COVID-19 pandemic »»
 
Carmo Bica (1963-2020), uma dor irreparável!
Memorial Carmo Bica final

Sorriso aberto e irradiante, quando falava das causas em que acreditava.
Olhar vivo de menina atenta ao que a rodeava.
Irreverência contagiante.
Mulher guerreira,
Sensível às injustiças e aos atropelos à democracia.
Mulher de muitas lutas e várias causas com olhares de esquerda sobre o mundo e a sociedade.
Sensível aos problemas das mulheres rurais e às desigualdades no interior do país, onde tem as suas origens familiares, em Vouzela.
Engenheira agrícola, com ela aprendíamos muito sobre agricultura, silvicultura, florestas, sobre uma visão do mundo rural baseada num desenvolvimento local com o envolvimento das populações.
Feminista, porque para ela a força da mudança estava nas mulheres.
Mulheres de vários setores sociais, nunca se esquecendo das camponesas, das mulheres que faziam uma agricultura de subsistência sem quaisquer apoios.
Por isso dizia-nos, às feministas mais urbanas: não se esqueçam delas!

Querida Carmo,
Não nos vamos esquecer das tuas ideias, das tuas palavras, da tua força, das tuas convicções, mesmo quando difíceis de concretizar.
Porque para ti as barreiras, os obstáculos eram para ultrapassar.
Que o teu exemplo perdure entre nós para todo o sempre!

*Maria do Carmo Bica era associada da UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta tendo colaborado em atividades tais como a sessão com mulheres de zonas de rurais em São Pedro do Sul (2019) ou como autora do texto "As Múltiplas Discriminações das Mulheres: Na Agricultura e Desenvolvimento Rural" para o livro "As Vozes que se Entrecruzam" do projecto Memória e Feminismos da UMAR, lançado em 2020.

Também esteve connosco em manifestações em Lisboa contra a violência sobre as mulheres (25 nov 2019), no 8 de março de 2020 e na última Assembleia Geral Ordinária da UMAR, a 21 de junho.

A Direção da UMAR
18 de agosto de 2020
 
Demonstração de Resultados 2019
pdfRelatório de Contas e Parecer do Conselho Fiscal - 2019 »»

pdfBalanço e Demontração de Contas - 2019 »»
 
Faleceu Tereza Costa Rêgo, pintora e feminista brasileira, criadora do símbolo da UMAR
Tereza-Costa-Rego-por-Alexandre-SeveroTereza Costa Rêgo, pintora e feminista brasileira que criou o símbolo da UMAR há 44 anos, faleceu no Recife, Brasil, a 26 de Julho de 2020, com 91 anos.

Esteve em Portugal nos tempos de clandestinidade do "Brasil dos Generais" e acompanhou o surgimento da UMAR. E foi ela, precisamente, a criadora do nosso símbolo (logótipo) que até hoje perdura. Na altura utilizava o pseudónimo Joanna, pelo qual era conhecida e assinava as suas obras.

Publica-se aqui um artigo de Idalina Rodrigues, uma das fundadoras da UMAR, que de perto conviveu com ela, chegando mesmo a visitá-la no Brasil.
 

Foto: Alexandre Severo
 
Campanha da CMA e do CAM/UMAR "Isto Não São Juras de Amor"
campanha cam 2020

Porque o amor não agride nem com actos, nem com palavras.

Se for ou se conhecer alguém vítima de violência doméstica, não seja cúmplice. Denuncie!

Contacte o CAM – Centro de Atendimento Mulher da UMAR em Almada, através do telefone: 212 942 198 e/ou do e-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

Esta é uma campanha de prevenção da violência sobre as mulheres, fruto de uma parceria entre a UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta​ e a Câmara Municipal de Almada.
 
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