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Notícias e Comunicados

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

No sábado dia 12 de dezembro pelas 20h no restaurante Solar dos Bicos (ao lado da Casa dos Bicos) em Lisboa, vai realizar-se um jantar de abertura da comemoração dos 40 anos da UMAR.O preço por pessoa é de 15 euros (preço ...

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OMA - Dados preliminares 2022
Entre 1 de janeiro e 15 de novembro de 2022 foram 22 as mulheres vítimas de femicídio em contexto de relações de intimidade, e 6 as mulheres assassinadas noutros contextos.

No que diz respeito às tentativas, contabilizaram-se no mesmo período 35 tentativas de femicídios nas relações de intimidade e 13 tentativas de assassinato noutros contextos.

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Observatório Europeu do Femicídio

O Observatório Europeu do Femicídio (OEF) é uma iniciativa de investigação e ativismo focada na prevenção dos assassinatos de mulheres motivados por questões de género. Este observatório é constituído por um conselho consultivo internacional de peritos/as nas áreas da violência contra as mulheres e prevenção da violência de género. O OEF forma uma rede de grupos de investigação locais nos diferentes países Europeus que colaboram no OEF. A equipa portuguesa do OEF é constituída pelas investigadoras que constituem a equipa do Observatório das Mulheres Assassinadas da UMAR.

 

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Assembleia Geral da UMAR - Convocatória 11 dezembro 2022
Nos termos da alínea d) do art.º 17 dos Estatutos, convoco a Assembleia Geral da União de Mulheres Alternativa e Resposta – UMAR, para o próximo dia 11 de dezembro 2022, às 14h, que terá lugar em linha, em tempo real, através da Plataforma Zoom, mediante envio de endereço com antecedência.

Ordem de Trabalhos

1. Apresentação, discussão e votação do Plano de Atividades 2023
2. Apresentação, discussão e votação do Orçamento 2023
3. Situação atual geral e as Mulheres – problemas e desafios.
4. Informações

Se à hora designada não estiver reunido o quórum suficiente, a Assembleia Geral Ordinária iniciar-se-á trinta minutos depois, com qualquer número de associadas presentes.

Contamos com a tua presença e participação!

Lisboa, 7 novembro (1) 2022

A Presidente da Mesa da Assembleia Geral

(Ana Maria Pessoa)

(1) Esta convocatória não cumpre o ponto 5) do artº 16º dos Estatutos, dado que se cumpríssemos os 45 dias de antecedência a Assembleia já se realizaria na altura do Natal. Deste modo, a convocatória segue com 34 dias de antecedência. Pelo facto, pedimos desculpa a todas as associadas.
 
Assembleia Geral Extraordinária da UMAR
Caras Associadas:
Ao abrigo do ponto 3) do Artigo 16º dos Estatutos da UMAR, ou seja, em resposta ao pedido da Direção e por decisão da última Assembleia Geral da UMAR, somos a convocar uma Assembleia Geral extraordinária para o próximo dia 24 de julho 2022, entre as 14,30-17,30h, via plataforma Zoom.

Ordem de Trabalhos:
● Discussão e votação do Regulamento Geral Interno.

Esperamos por todas neste esforço excecional de trabalho!

Abraço feminista,
A Presidente da Mesa da Assembleia Geral Ana Maria Pessoa

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Basta de retrocessos no direito ao aborto legal, seguro e gratuito. Continuaremos a luta!
ABORTO 1

Nos Estados Unidos da América, o Supremo Tribunal anulou um direito fundamental das mulheres norte-americanas conquistado em 1973, que garantia o aborto a pedido das mulheres.

No Brasil, recentemente, o processo que culminou na interrupção da gravidez de uma menina de 11 anos, vítima de estupro, constituiu uma verdadeira tortura contra uma criança, por parte da Justiça brasileira, que negou o direito a este procedimento durante 1 mês, período durante o qual a menina esteve institucionalizada e afastada da mãe. A conduta da magistrada e da juíza que pressionaram a menina a manter a gravidez, reflete a parcialidade, impunidade e a violência das instituições contra as mulheres e meninas no país. No Brasil, o aborto constitui o maior problema de saúde pública, com milhares de mulheres a abortarem clandestinamente em cada ano.

Segundo a Amnistia Internacional 47 mil mulheres morrem anualmente no mundo devido a complicações causadas por abortos clandestinos.

A UMAR, que lutou juntamente com outras associações e movimentos de cidadãs/aos, durante quase três décadas, para que uma lei permitisse às mulheres interromper a sua gravidez nos serviços públicos de saúde, direito este que foi alcançado há 15 anos, quer expressar a sua profunda solidariedade com as mulheres, que continuam em várias regiões do mundo a sofrer e a ver negado o direito a decidir sobre as suas vidas, alertando para os perigos destes recuos também em Portugal.

Os ataques e retrocessos nas Leis do Aborto em todo o mundo, são o reflexo de um panorama político cada vez mais polarizado, no qual o conservadorismo e o nacionalismo têm vindo a ganhar cada vez mais força e influência nas decisões políticas que afetam as vidas das mulheres.

Neste contexto, os ataques à nossa liberdade e autonomia, demonstram a forma como os Estados controlam os nossos corpos e as nossas vidas. Cada retrocesso nos direitos das mulheres é um alarme e um perigo para o que pode vir a seguir. Temos por isso de estar atentas e continuar a lutar.

Lisboa, 25 de Junho de 2022
 
Relatório de contas da UMAR de 2021
Relatório de contas da UMAR de 2021 aprovado na Assembleia Geral de 29 de Maio de 2022 e Parecer do Conselho Fiscal.

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Candidaturas abertas para Estágio Profissional de Psicologia no CAM-UMAR
CAM site

A UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta ONG feminista encontra-se em processo de recrutamento, entre 15 de Maio e 30 de Maio de 2022, de um estágio profissional na área da Psicologia para o Centro de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica da UMAR em Almada/Monte de Caparica, que se encontre nos requisitos definidos pelo ano profissional júnior da Ordem dos Psicólogos Portugueses bem como esteja em condições de elegibilidade ao financiamento do IEFP - Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P.

Requisitos:
a) Encontrar-se em situação de elegibilidade para o ano profissional júnior da OPP e ao financiamento do IEFP ATIVAR.PT
b) Ter concluído o Mestrado em psicologia clínica e da Saúde com especialização em psicologia Forense ou em psicologia criminal
c) Ter interesse na intervenção com vitimas de violência doméstica e de violência sexual
d) Ter interesse no trabalho com pessoas adultas e crianças
e) Facilidade na relação com situações imprevistas
f) Criatividade e flexibilidade na intervenção
g) Facilidade e interesse no trabalho em equipa
h) Ter certificação TAV (preferencial mas não eliminatório)
i) Carta de condução (preferencial mas não eliminatório)
j) Disponibilidade imediata (preferencial mas não eliminatório)
k) Voluntariado desenvolvido na área de intervenção a que se candidata (preferencial mas não eliminatório)
l) Voluntariado na UMAR, no sentido geral (preferencial mas não eliminatório)
m) Ter conhecimento e compromisso feminista (preferencial mas não eliminatório)

As candidaturas devem incluir:
▪️ Carta de intenção;
▪️ Currículo atualizado;
▪️ Documentação comprovativa

Candidaturas deverão ser enviadas para o email: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
 
Inaceitável a penalização de médicos/as cujas utentes feito IVG e/ou tenham DST's
Comunicado Médicos IVG 2022

A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta considera inaceitável o critério de avaliação dos/as médicos/as de família que os/as penaliza no caso de suas utentes terem feito uma Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) ou de terem doenças sexualmente transmissíveis.

Ambos os critérios são inadmissíveis e persecutórios dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres.

É afirmado, no próprio documento produzido pela Administração Central de Saúde e validado pela DGS – Direção Geral de Saúde que o objetivo é "diminuir o número de gravidezes indesejadas".

Isto é algo de perverso, quando sabemos que o número de abortos tem vindo a diminuir, desde a aprovação da lei que em 2007 despenalizou o aborto até às 10 semanas. Concordamos com a posição da Federação Nacional dos Médicos que contesta este critério.

Somos a favor do Planeamento Familiar e se existem falhas é porque faltam médicos/as nos Centros de Saúde.

Além do mais, mesmo que uma mulher faça contraceção acompanhada pelo/a médico/a, podem surgir situações de gravidezes indesejadas e as mulheres têm todo o direito a utilizar a lei da IVG. Não pode ser pressionada pelo/a seu/sua médico/a a não interromper a gravidez, só porque essa situação possa ser penalizadora na sua avaliação. Da mesma forma que não devem ficar excluídas da prevenção das DST/IST, quando esta tem de ser reforçada.

Exigimos que o Ministério da Saúde não aceite estes critérios! Numa sociedade democrática e livre não podemos aceitar nenhum passo atrás.

UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta
 
O 25 de abril de 1974 está na génese da UMAR. A insubmissão continua presente!
Comunicado 25042022 1

As mulheres que saíram à rua no 25 de abril de 1974 e nos dias e meses seguintes traçaram um caminho de força, reivindicação e insubmissão que se traduziu em 1976 na formação da UMAR.
Muitas dessas mulheres, que estiveram na ocupação de casas porque queriam uma casa digna para viver, que gritaram nas manifestações "Casas Sim, Barracas Não", que autogeriram fábricas abandonadas pelo patronato, que estiveram nos cursos de alfabetização, a ensinar e a aprender, ajudaram a formar a UMAR, na altura designada por União de Mulheres Antifascistas e Revolucionárias.

Neste ano, em que a publicação das Novas Cartas Portuguesas perfaz 50 anos, queremos erguer a memória em relação a esta obra ímpar da literatura portuguesa e dos feminismos em Portugal.
Queremos, ainda, saudar todas as mulheres, que nestes últimos 48 anos, se têm envolvido nas lutas pela defesa dos direitos das mulheres e contra as suas múltiplas discriminações.
Contudo, existem ainda muitas e muitas mulheres que, nos tempos atuais, se sentem discriminadas, injustiçadas, sem acesso a questões fundamentais como o direito a uma habitação digna, com vidas precárias, sujeitas a violências que podem culminar em femicídios.

É por essas mulheres que a UMAR quer continuar a lutar.
É contra os retrocessos que o conservadorismo quer impor que nos queremos mover.
É para dar mais força aos feminismos plurais dos tempos atuais que agimos.
É para apoiar os caminhos de insubmissão e de autodeterminação das mulheres que existimos.

A Direção da UMAR
25 de Abril de 2022
 
Formação de Formadores/as para obtenção de especialização em Igualdade de Género
forumar Igualdade de Genero

NOVAS DATAS

O FORUMAR Lisboa irá promover uma ação de "Formação de Formadores/as para obtenção de especialização em Igualdade de Género" (72h) de 23 de maio a 3 de agosto de 2022 e ministrada pelas formadoras Manuela Tavares e Inês Coelho da UMAR.
 
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8 DE MARÇO UM GRITO DE REVOLTA PELA DEFESA DA PAZ E DA NOSSA CASA COMUM - O PLANETA TERRA
No dia 8 de março a UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta vai estar nas marchas e manifestações contra todo o tipo de discriminações, na luta contra o machismo, o racismo, a lesbofobia, solidarizando-se com as mulheres de todo o mundo, na greve feminista e em todas as ações que defendam os nossos direitos.

Insurgimos-nos contra a guerra e a invasão da Ucrânia e contra este sistema de guerra permanente em que vivemos, com conflitos localizados em regiões que são sacrificadas em prol da acumulação de poder por parte das superpotências. Como tem acontecido em muitos outros lugares do mundo, são sempre os povos, especialmente as mulheres, as pessoas LGBTQIA+, racializadas, as crianças e as pessoas mais velhas quem mais sofrem, devido ao mesmo sistema patriarcal que manda os homens para as guerras e que os mata. O mesmo sistema legitimado pela NATO, que vê nesta guerra uma oportunidade para se reforçar e para defender a corrida ao armamento, cujos gastos serão pagos por todas e todos nós. Bem sabemos que aqui não há "maus", nem "bons" mas sim interesses políticos, militares e económicos que são colocados à frente de vidas humanas e da vida do planeta.
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