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Notícias e Comunicados

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

Estimada associada,Segue, em anexo, a convocatória com a a Ordem de Trabalhos para a próxima Assembleia Geral Extraordinária da UMAR que terá lugar em Lisboa, na nossa sede nacional em Alcântara (CCIF/UMAR), no Domingo ...

No sábado dia 12 de dezembro pelas 20h no restaurante Solar dos Bicos (ao lado da Casa dos Bicos) em Lisboa, vai realizar-se um jantar de abertura da comemoração dos 40 anos da UMAR.O preço por pessoa é de 15 euros (preço ...

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Regulamento Eleitoral
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Vídeo do CAM - Centro de Atendimento Mulher da UMAR em Almada
Vídeo informativo sobre a violência contra as mulheres, do CAM - Centro de Atendimento Mulher da UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta em Almada para a Câmara Municipal de Sesimbra no âmbito do Dia Internacional das Mulheres de 2021.

Com intervenção da coordenadora técnica do CAM/UMAR, Alexandra Dourado.




Contactos do CAM/UMAR em Almada: E-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar | Telefone: 212 942 198 | Telemóvel: 969 373 758
 
8 de março | Juntas com a força das nossas reivindicações!
Foi há muitos anos que milhares de trabalhadoras se levantaram com a força das suas reivindicações: 8 horas de trabalho, condições de trabalho dignas, igualdade salarial.

O percurso tem sido longo, com avanços e recuos, períodos de maior visibilidade dos feminismos na sua pluralidade e silêncios ainda não quebrados. De facto, nas palavras da filósofa e ativista Angela Davis, "a liberdade é uma luta constante", assim como para a Simone de Beauvoir, ela é "(...) a nossa própria substância", pelo que não devemos aceitar qualquer sujeição. E, como afirmou a feminista negra e lésbica Audre Lorde: "Eu não sou livre, enquanto alguma mulher não o for".

Neste 8 de março, não podemos deixar ninguém para trás com as suas reivindicações que são múltiplas, porque são múltiplas as discriminações que ainda recaem sobre as mulheres. Como afirma Maria Gil, ativista feminista de etnia cigana: "Ainda há muitas vozes por ouvir".
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A violência no namoro: indicadores de vitimação e legitimação - notas complementares à infografia
A UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta tem vindo a implementar um programa de prevenção primária de violência de género em contexto escolar desde 2004. Através desta intervenção, tornou-se evidente que a violência no namoro é uma problemática que deve ser refletida pedagogicamente com os/as jovens e investigada de forma rigorosa. Assim, desde 2017, a UMAR realiza o Estudo Nacional sobre a Violência no Namoro e publica os seus resultados, estrategicamente, no dia 14 de fevereiro ou em data próxima a esta. Este Estudo Nacional sobre a Violência no Namoro é realizado por uma equipa multidisciplinar de investigadoras/es, sendo o reflexo de um trabalho pedagógico em contexto educativo.

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Projeto ART’THEMIS+ | Jovens Protagonistas na Prevenção e na Igualdade de Género
No dia 12 de fevereiro de 2021, foram lançados os resultados dos distritos e das regiões autónomas do estudo nacional de violência no namoro 2020. Este estudo resulta de uma das áreas de intervenção do Projeto ART'THEMIS+ Jovens Protagonistas na Prevenção e na Igualdade de Género, um projeto apoiado e financiado pela Secretaria de Estado para a Igualdade e Cidadania, na pessoa da Professora Doutora Rosa Monteiro.

pdfInfografia Art'themis+
 
Novos estatutos da UMAR
estatutos umar

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Inscrições abertas para Grupo de Ajuda Mútua da UMAR para Mulheres com Cancro da Mama
GAM UMAR Cancro da Mama Inscrições abertas

Neste difícil contexto pandémico de Covid-19 em que nos encontramos, o acesso aos apoios e cuidados de saúde dificultou-se, potenciando o menor acesso à informação e à vivência (ainda mais) solitária do cancro da mama.

Neste sentido, a UMAR lança em Janeiro de 2021, o Grupo Online de Ajuda Mútua a Mulheres com Cancro da Mama, que visa apoiar estas mulheres a partir de casa, com suporte emocional e informativo, diminuindo assim o sofrimento e isolamento aumentados perante a situação actual.

A equipa coordenadora é composta por um grupo voluntário de mulheres que vivenciam/ram cancro da mama e/ou que têm uma formação técnica associada aos cuidados a mulheres com esta patologia.

Se tem cancro da mama, sente-se sozinha na vivência desta doença, e gostaria de ter suporte emocional de outras mulheres que passaram pelo mesmo, não hesite, contacta-nos e participa connosco neste Grupo Online de Ajuda Mútua para Mulheres com Cancro da Mama da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta.

As sessões online serão semanais, às 4.ªs feiras pelas 19h na plataforma Zoom, com início a 10 de Fevereiro.

As inscrições abertas e gratuitas, para o e-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar .
 
Observatório de Mulheres Assassinadas - Dados preliminares 2020
Entre 1 de janeiro e 15 de novembro de 2020 foram 16 as mulheres vítimas de femicídio em contexto de relações de intimidade, e 14 as mulheres assassinadas noutros contextos (nomeadamente na sequência de desavenças por questões financeiras, conflitos com vizinhança ou na sequência de assaltos).

No que diz respeito às tentativas, contabilizaram-se, até agora em 2020, 43 tentativas de femicídios nas relações de intimidade e 6 tentativas de assassinato noutros contextos.

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INACEITÁVEL A SITUAÇÃO VIVIDA PELAS RECLUSAS DE TIRES
COMUNICADO DE IMPRENSA DA UMAR

A situação na prisão de Tires, com 128 reclusas, seis guardas e uma enfermeira infetadas com COVID-19, veio mostrar existir grave negligência das autoridades prisionais neste estabelecimento.

Falharam as medidas de prevenção à COVID-19 e, em particular, faltaram produtos de higienização das celas, assim como itens de higiene íntima.

Para agravar esta situação, as autoridades prisionais tomaram medidas inaceitáveis, como atrasos no fornecimento de refeições, recusas de acesso de advogados/as às detidas e isolamentos de 22 horas nas celas, em clara violação dos direitos destas mulheres.

Este desrespeito pelo direito à saúde das detidas estendeu-se, no dia 6 de novembro, à decisão judicial que enviou para a prisão de Tires 3 mulheres, uma delas grávida, com elevado risco de serem contaminadas, dado o surto de COVID-19 existente neste estabelecimento prisional.

É lamentável o silêncio do Ministério da Justiça e do Ministério da Saúde, perante este surto de COVID-19 em Tires.

A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta exige que sejam apuradas as responsabilidades das autoridades prisionais, que sejam repostos os direitos das detidas e que sejam garantidos o acesso aos protocolos de higienização pessoal e das celas, refeições a tempo e horas, medicamentos e suplementos vitamínicos às grávidas e repostos os direitos de contacto com advogados/as.

É inaceitável o que se tem vindo a passar com as reclusas de Tires, com contornos de desrespeito pelos direitos humanos. As mulheres que vivem naquele estabelecimento prisional são seres humanos, cuja garantia de acesso às condições de saúde tem de ser assegurada pelas autoridades competentes.

Comunicado aprovado em Assembleia Geral da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta de 8 de novembro de 2020.
 
Diagnóstico Social pela Igualdade de Género em Santa Cruz / Madeira
Santacruz

O diagnóstico social pela igualdade de género no concelho de Santa Cruz foi elaborado pela UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta com o apoio da Câmara Municipal de Santa Cruz, na Região Autónoma da Madeira.

A recolha dos questionários, alguns em papel e a maioria através dum formulário online, decorreu entre setembro de 2019 e janeiro de 2020, seguida do tratamento dos dados estatísticos e elaboração do relatório. Ao todo, participaram 535 pessoas do concelho de Santa Cruz, das quais 395 são mulheres e 140 homens, havendo uma maior recetividade por parte das mulheres.

Este estudo possibilitou a realização de um retrato sociológico da situação comparada entre mulheres e homens no concelho de Santa Cruz, permitindo identificar e mapear situações de desigualdades sociais e de género. Através das conclusões, será possível produzir planos, políticas sociais e medidas para a progressiva eliminação das desigualdades entre mulheres e homens.

O diagnóstico foi realizado antes da pandemia COVID-19, sendo necessário mencionar que muitas das situações de desigualdade de género, assim como de desigualdade social e económica se têm agravado no decurso da mesma. Futuramente é imperativo auscultar a população para perceber quais as categorias mais afetadas e ajustar a intervenção e políticas sociais às necessidades das mulheres e homens de Santa Cruz.
 
 
NOTA DE REPÚDIO - PROFESSORES COMO ESTE NÃO PODEM LECCIONAR NEM ELABORAR PROGRAMAS CURRICULARES
A UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta repudia e denuncia os conteúdos da unidade curricular "Direito Processual Penal III" da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, pelo uso de expressões como "tribo vítima: a mulher", "tribo aliadas: LGBT", "tribo bode expiatório: o homem branco cristão e heterossexual", "violência doméstica como disciplina doméstica", "aproveitamento do género feminino: em especial o paradoxo do feminismo marxista" e "o extermínio das tribos bode expiatório do iluminismo (os cristãos) e dos socialismos de género e identitário (os homens brancos heterossexuais)".

Acresce ainda que o Professor autor do programa citado está a ser julgado por crime de violência doméstica e que tem proferido, em tribunal, expressões de promoção de ódio contra as feministas, tais como: "Morte a todos os feministas" e "Morte à escolha de professoras feministas para as entrevistas de admissão ao CEJ".

Após a remoção do programa do site da universidade para debate interno, a UMAR apela a que a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e a sua Direção tenham em consideração o caráter misógino, machista e xenófobo do mesmo e procedam à sua restruturação. No ensino superior não pode haver espaço para discursos de ódio! Não se pode permitir que a base científica dos programas curriculares seja deturpada por perceções pessoais fora dos contextos atuais e das próprias leis constitucionais que consagram direitos inalienáveis."
 
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